domingo, 10 de janeiro de 2010

VOCÊ SABE O QUE SIGNIFICA A PÓS-GRADUAÇÃO ?

A pós-graduação é destinada àqueles que possuem diploma universitário tanto de licenciatura, bacharelado e tecnólogo para alcançar um amadurecimento científico dos alunos por intermédio dos cursos.

OS NÍVEIS DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO:

*Lato sensu:

São cursos de especialização que possuem a duração mínima de 360 horas e incluem os cursos como MBA - Master Business onde nenhum conhecimento cientificamente novo é criado neste processo. Ao final do curso, o aluno obterá certificado, e não diploma.


*Stricto sensu:

São os cursos que dão títulos de mestre e doutor em determinada área de conhecimento após a formulação de um conhecimento cientificamente novo. O Mestrado tem duração média de 3 anos e o Doutorado pode durar entre 3 e 5 anos. Ou seja, os processos de capacitação são bem mais demorados e ao final do curso o aluno obterá diploma.


CONHEÇA OS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DO IFRJ

São destinados aos profissionais graduados em nível superior e têm o objetivo de complementar, ampliar e aprofundar o nível de conhecimento teórico, prático e/ou empírico nas áreas do saber, proporcionando atualização de conteúdos e aprimoramento profissional.

Especialização em Ensino de Ciências com Ênfase em Biologia e Química

Especialização em Gestão Ambiental

Especialização em PROEJA

Especialização em Segurança Alimentar e Qualidade Nutricional

Especialização em Produção Cultural com Ênfase em Literatura Infanto-Juvenil


terça-feira, 5 de janeiro de 2010

A Boa das férias




A sustentabilidade não é induzida pontualmente, ela deve sensibilizar vários setores da sociedade. E durante esse período de férias é necessário ressaltar a inter-relação que existe entre turismo e meio ambiente para registrar que devemos deixar a “praia” limpa durante o ano todo.

Foi pensando nos impactos do contato com natureza, destruição da vegetação nativa comprometendo a qualidade de vida da população ao logo do processo de urbanização das áreas litorâneas da cidade do Rio de Janeiro, que o Centro de Referência em Educação Ambiental do Parque Natural Municipal de Marapendi, localizado em uma das mais importantes Áreas de Proteção Ambiental do município do Rio de Janeiro, passou a realizar diversos trabalhos na área: visitas monitoradas pelas trilhas do Parque, oficinas de reaproveitamento, projetos de educação ambiental com as escolas e a comunidade da região, palestras e cursos direcionados à estudantes e educadores ambientais. Conta ainda com um Centro de Informações, biblioteca, exposições, sala de artes, sala de vídeo, sala de aula, auditório e eco loja.

Promovendo a educação ambiental, instrumento essencial para a preservação, e favorecendo a participação da população para a melhoria da qualidade ambiental, o CEA Marapendi representa mais uma possibilidade de ampliação e consolidação educativas desenvolvidas pela SMAC, e também uma opção cultural e de lazer para toda à população. Vale a pena conhecer!!!



Parque Natural Municipal de Marapendi
Endereço: Av. Alfredo Baltazar da Silveira, s/nº - Recreio dos Bandeirantes Horário: Ter-Dom, 8-17h
Tel.: (21) 2497-7088

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Revista Ciências & Idéias ISSN: 2176-1477

Você sabia que o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro possui uma revista científica vinculada ao Programa de Pós-graduação Stricto Sensu em Ensino de Ciências que tem como finalidade a publicação de trabalhos que apresentem contribuições originais, teóricas ou empíricas, relacionadas ao Ensino de Ciências ?
Pois ela existe sim e serão aceitos para publicação textos científicos produzidos em português ou em espanhol, ambos com resumo em inglês. O texto deverá ser revisado por um profissional habilitado antes de ser submetido à revista. A revisão do texto é de exclusiva responsabilidade do autor. Caso seja identificado problema de escrita no texto submetido, o Comitê Editorial se reserva o direito de indicar um revisor de língua português ou estrangeira, com custos arcados pelos autores.
Para maiores informações acesse:

www.ifrj.edu.br/revista/index.php/revistacienciaseideias

domingo, 3 de janeiro de 2010

Lixo e luxos do réveillon.













FONTE: Http://oglobo.globo.com/fotos/2010/01/01/01_MHG_RIO_GARI2.jpg



Na noite do réveillon, desce à praia quantidades entre os dois e os três milhões de pessoas. Hotéis, navios e governo organizam um festival de fogo-de-artifício que dura aproximadamente meia-hora. Cariocas e turistas festejam a chegada do novo ano na praia. Quer saber o resultado desta festança?

No dia primeiro de janeiro, não se consegue andar nas ruas de Copacabana por conta do lixo gerado na madrugada antecedente. Na maioria das praias do Rio de Janeiro são encontradas espalhadas pela orla inúmeras garrafas de vidro, e lixo...muito lixo, apesar da proibição das autoridades.

Na região de Copacabana é notável o mercado de “caça de perdidos”, muitas pessoas fazem questão de acordar cedo, por necessidade, ou até mesmo virar a noite para poderem recolher dinheiro, jóias, bijuterias e perdidos nas praias.

O Réveillon de Copacabana movimenta imensidões de dinheiro que favorecem desde o governo, empresariado através de impostos até os catadores que acabam lucrando com nossas latinhas e esquecimento. Peças são esquecidas, as mesmas são provavelmente encontradas.

  • Quais são suas resoluções de ano novo?
Uma matricula na academia; o começo de uma dieta; ganhar mais dinheiro... será que dentre elas caberia seu comprometimento com a questão ambiental ?

sábado, 2 de janeiro de 2010

Em 2010 ...

Continuamos no ano de 2010 com a proposta de disseminar conhecimentos sobre as questões ambientais, para isso, além de utilizarmos a vinculação do boletim informativo para a difusão do conceito de meio ambiente de forma ampla, onde o ser humano, sua história e cultura são fundamentais em todo o processo, contamos com a transferência de informação entre todos os nossos leitores. Partindo sempre do principio que a sensibilização da coletividade deve ser uma das metas para a defesa da qualidade do meio ambiente, pensando mais na postura de cada indivíduo pelos problemas coletivos.
Repetimos então que se você tem vontade contribuir com sugestões, textos, criticas, ou qualquer novidade nosso boletim está aberto a elas. Sua colaboração com matérias enviadas para vocenojornal@gmail.com, é fundamental para que este boletim torne-se frutífero em sua caminhada.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Feliz 2010 !

Desejo que em 2010 todos pensem mais na questão da postura cada indivíduo pelos problemas coletivos. A sensibilização da coletividade deve ser uma das metas para a defesa da qualidade do meio ambiente. Ai sim.. teremos o FELIZ 2010 !

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

IMPORTANTE:

Documento final – COP 15

Mesmo que imperfeito, com falta de consenso e sem força de lei o presidente da ONU anuncia o texto que estabelece o seguinte :

- A temperatura do planeta não deve subir mais de 2°C até o final do século;
- Não estabelece metas globais de redução da emissão de gases que provocam o efeito estufa, deixando para que cada país faça o que achar melhor.
- Uma linha de crédito de 10 bilhões de dólares por ano até 2015

E PARA TERMINAR SAIRAM A FRANCESA SEM TIRAR A ÚLTIMA FOTO:(

domingo, 20 de dezembro de 2009

Time to talk is over.



O último dia.

Hoje quem falou na conferência foi o presidente norte-americano, Barack Obama e de acordo com o seu discurso: “ Há países que acham que os países ricos devem assumir a maior parte da responsabilidade. Eu acho que todos devem se comprometer e agir de uma forma unida para enfrentar esta ameaça real"

Mas isso não seria esquecer a relação inversa entre os responsáveis pelas mudanças climáticas e quem sofre com as conseqüências desse impacto ?

A ameaça é tão real quanto os riscos aos choques climáticos que estão desigualmente distribuídos. Será possível não perceber que os baixos níveis de desenvolvimento humano limitam a capacidade dos familiares pobres de se protegerem dos riscos climáticos ?

Saldo do dia : A esperança de um ótimo resultado da COP 15 foi morrendo com o passar dos dias e nesse último dia da conferência recebemos um documento final que não chega nem perto das necessidades para enfrentar o aquecimento global.

sábado, 19 de dezembro de 2009

11°dia,o dia do Lula lá !

fonte:Band News.

Ao chegar, Lula defendeu ações imediatas para evitar que o aumento da temperatura global ultrapasse 2ºC. Ele destacou a fragilidade dos países pobres "que já sentem os efeitos da mudança do clima" e afirmou que os países em desenvolvimento também têm responsabilidade de contribuir no combate às mudanças climáticas, desde que auxiliados, mas lembrou que "mesmo na ausência de contribuições", muitos já apresentaram propostas dos países ricos.

Saldo do dia:

- Hoje é o penúltimo dia da conferência e os representam não conseguiram redigir um texto coerente.
- Parece que vamos chegar ao final dessa conferência, a primeira a reunir os membros do Protocolo de Kyoto, sem nenhum tipo de acordo.

Obs: Artigo 3.9 do Protocolo, neste ano devem ser iniciadas as negociações sobre o segundo período de compromissos, que vigorará entre 2013-2017.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009


Fonte:G1
10° e continuar por continuar.
A presidente da conferência das Nações Unidas para mudanças climáticas em Copenhague, Connie Hedegaard, renunciou ao cargo em favor de Lars Rasmussen.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

9° dia e o cinismo sobre a emissão de gases-estufa.

Se pararmos para pensar o deslocamento da cúpula das negociações vai gerar toneladas de dióxido de carbono. Uma quantia muito maior do que as outras negociações já que o número de participantes é muito superior.

Saldo do dia: Após a china afirmar que não se deixará "pressionar" pelos países desenvolvidos, seja para aumentar essa meta ou para incluí-la em um acordo internacional vinculativo;
Ainda não existe um acordo sólido para a redução de emissões poluentes que substituirá o Protocolo de Kyoto que expira em 2012.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

fonte:Portal de notícias G1

8° dia

Hoje as negociações foram temporariamente paralisadas pela saída de representantes de países africanos até o final da tarde.
As delegações de países africanos que haviam abandonado as negociações após a iniciativa do governo dinamarquês de criar um novo acordo em vez de montar uma extensão do Protocolo de Kyoto. Os Estados Unidos, que não ratificaram o tratado anterior, defendem esse novo acordo.
Essa negociação está lenta demais.
Alguém lembra que a conferência já está acabando?

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Coletiva Dilma no COP 15.


Vídeo retirado do portal de notícias O Eco.

7° dia

O domingo foi marcado pela entrevista coletiva com a ministra chefe da Casa Civil Dilma Rousseff e o ministro do Meio Ambiente Carlos Minc . A ministra reforçou que os países desenvolvidos têm o dever de contribuir financeiramente com um fundo climático.
Mas e aí, de quanto será esse valor., quando esse dinheiro vai começar a ser liberado ? Os responsáveis pelas emissões e quais são as profundidades delas, nós já sabemos a muuuito tempo!

sábado, 12 de dezembro de 2009

6° dia e a manifestação agora é dos menos desenvolvidos...

Os países mais pobres estão pedindo o recebimento de 70% da quantia a ser investida nos fundos de ajuda ao combate ao aquecimento global .

O que já temos na lista de intenções, além do limite da elevação da temperatura, é a redução de emissão de carbono para os países ricos precisa ser de 25% a 40% até 2020 e a diminuição de 15% a 20% do lançamento em países em desenvolvimento no mesmo período !

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009




Mais um dia sem nada de concreto.

Além das grandes manifestações que estão ocorrendo diariamente fora do salão da conferência, o rascunho dos acordos, pelo menos já está sendo chamado de Protocolo de Copenhague! Será que vai a frente?

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

4° dia e até agora não foi possível fechar um acordo global.

Tivemos apenas informações oficiais sobre as limitações da temperatura do planeta que deve ficar entre 1,5°C e 2°C.
Em documentos preliminares em análise, os países em desenvolvimento precisam se comprometer com metas de redução de emissões dos gases-estufa, a depender das quantias que receberão das nações ricas.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Os países subdesenvolvidos não gostam das discussões de hoje.Torna-se público o impasse das nações ricas onde parece que a chance de um compromisso incluindo recursos públicos por parte desses países é ZERO.

Realmente teremos um fundo de ajuda ao combate ao aquecimento global? – fica no ar.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

2° dia. E algumas verdades já podem ser ditas.

Nesta terça-feira, estudos mostraram que a década atual foi registrada como a mais quente e que a mudança climática deve levar até um bilhão de pessoas a deixarem suas casas nas próximas quatro décadas!
Onde logo de cara o Brasil promoveu um evento sobre bicombustíveis.
Só restou uma dúvida:
“Quem vai pagar a conta ?”As populações mais pobres do mundo, milhões de pessoas já são obrigadas a lidar com os impactos das alterações climáticas.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Please help the world.



Começou a 15ª Convenção das Nações Unidas sobre Mudança do Clima.Foi iniciada com um filme pós-apocalíptico chamado “Please Help The World”. O curta,criado exclusivamente para o encontro.Coloca-se uma criança para enfrentar o fim do mundo. A menina tem um pesadelo, e resolve fazer sua família e amigos se mexerem para salvar o planeta.



O que esperávamos dela:

- A Presença de representantes de 192 países;
-Definição das novas bases do acordo climático a vigorar a partir do término do protocolo de Kyoto em 2012.
-Maior comprometimento com a redução das emissões de carbono de todos os países desenvolvidos ou não.


quarta-feira, 2 de dezembro de 2009




O SEU COMPUTADOR JÁ PODE SER DESLIGADO COM SEGURANÇA!
...e quanto ao seu descarte?


Muitos usuários enquanto passam dias e dias se divertindo com os seus produtos eletrônicos não fazem a menor idéia do destino desse material ao ser descartado. A maioria deles acha que manter a qualidade de vida implica em sentir-se satisfeito de imediato... isso pode ser considerado qualidade de vida?
Foi com a industrialização que a população passou a comprar e descartar os seus produtos, assim, nasce uma nova tendência no mercado: diminuir o tempo de durabilidade dos produtos com a chamada “obsolescência programada”.
Você já parou para pensar que todo produto produzido necessitou anteriormente de um outro para poder produzi-lo?
Se descartar um computador da sua casa já é difícil, para os fabricantes de produtos eletrônicos o problema é maior ainda. Alguns fabricantes contam com empresas no exterior para reciclar esse material ou contam com o descarte local de resíduos. É necessário informar que o lixo eletrônico não pode transitar livremente entre os países desde 1989 quando foi assinada e ratificada a Convenção de Basiléia para organizar a movimentação do lixo eletrônico.
Contudo, ainda há exportação ilegal do lixo eletrônico e muitas vezes ela é rotulada como doação para inclusão digital provocando uma ameaça a segurança social e ambiental dos países destinados a receber um material que contém substâncias tóxicas causando sérios danos a saúde como chumbo, mercúrio, arsênio, cádmio e berílio. A África e a Ásia são os destinos mais comuns por dispor mão de obra barata para a reciclagem do lixo eletrônico. A população local por não ser especializada, manipula toda essa sucata tóxica em lixões a céu aberto, queimando parte dessas substâncias sem nenhum tipo de cuidado.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

É HOOJEE !!




A Unidade Maracanã do IFRJ realiza anualmente a Semana da Química, um evento de suma importância e que melhor representa o espírito da instituição.
A Semana da Química visa promover, estimular, aprimorar e divulgar a pesquisa tecnológica, científica e cultural dos alunos e pesquisadores do IFRJ - Campus Maracanã, construindo um ambiente propício ao intercâmbio de idéias e debates entre alunos, docentes/pesquisadores, empresas, centros de pesquisa e de inovação tecnológica.
E hoje começa a 29° Semana da Química com uma programação diversificada que contará com palestras, mostra de trabalhos científicos e tecnológicos, exposições de empresas, museus, atividades culturais e esportivas, cursos de extensão e oficinas gratuitas e abertas a comunidade.
Tema: Cem Anos de Educação Profissional no Brasil
Período : 01 a 04 de dezembro de 2009


VOCÊ NÃO PODE PERDER !

Peça teatral:

Lixo Eletrônico & Consumismo
Peça Teatral coordenada por: Roseantony Bohuid (IFRJ)

A peça de teatro "Lixo Eletrônico & Consumismo" aborda a problemática do consumismo e consequente geração de resísuos no cotidiano das pessoas. Encenada por professores e alunos da escola que, com humor e descontração, encarnam personagens que se envolvem em situações que suscitam discussões acerca da problemática ambiental e suas consequências sociais. O roteiro da peça é disponibilizado pelo NEDIC ( grupo de pesquisa do Campus Maracanã) para que seja utilizada em outros núcleos de ensino.

Alguns professores participantes: Érica Leonardo, Tânia Goldbach, Roseantony Bouhid, Moisés André Nisembaum

Para obter a programação completa do evento, acesse:
http://www.ifrj.edu.br/eventos.php

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

A HISTÓRIA DAS COISAS



Da extração e produção até a venda, consumo e descarte, todos os produtos em nossa vida afetam comunidades em diversos países, a maior parte delas longe de nossos olhos. - Essa é a versão brasileira do documentário de Annie Leonard !

  • História das Coisas é um documentário de 20 minutos, direto, passo a passo, baseado nos subterrâneos de nossos padrões de consumo.

  • História das Coisas revela as conexões entre diversos problemas ambientais e sociais, e é um alerta pela urgência em criarmos um mundo mais sustentável e justo.

  • História das Coisas nos ensina muita coisa, nos faz rir, e pode mudar para sempre a forma como vemos os produtos que consumimos em nossas vidas.


sexta-feira, 30 de outubro de 2009



O Aquecimento Global é Bom?

O Planeta Terra já passou por vários períodos de mudanças climáticas naturais. Transições a partir de um período quente para outro período, frio, ou vice-versa, foram seguidas por eventos de extinção maciça de espécies. Embora haja muitas teorias que expliquem essas mudanças, não restam dúvidas que elas representam uma grave ameaça principalmente aos habitantes dos países mais pobres. O motivo? Falta de apoio para se adequarem às novas condições climáticas.
Se houve tempo em que as atividades humanas não foram responsáveis por essas transformações, desde a revolução industrial estamos convivendo com a acumulação de gases de efeito estufa por conta dessas atividades. O aquecimento global prova que estamos sobrecarregando a nossa atmosfera.
A mesma tecnologia dos países mais ricos que emite os maiores volume de gases de efeito estufa cria condições para as melhores adaptações as novas condições climáticas. O mesmo já não acontece nos países mais pobres, por conta disso, o financiamento para adaptação às mudanças provocadas pelo aquecimento global nesses países deve ser um dos principais assuntos em pauta para o encontro das Nações Unidas sobre o clima, que ocorre em dezembro, em Copenhague na Dinamarca.
Outro fator condicionante para os choques climáticos estarem desigualmente distribuídos é a incerteza acerca da natureza acumulativa das alterações climáticas. Por conta dessa natureza, sabe-se que tal como nós vivemos as conseqüências das emissões desde a revolução industrial, os povos dos próximos séculos também viverão com elas, mas não estão esclarecidos, quais serão os danos gerados em longo prazo por essas alterações mesmo que algumas conseqüências já sejam visivelmente drásticas..
Em entrevista à revista ÉPOCA o zoólogo alemão Joseph Reichholf diz: ‘’Seus cálculos (centros mais respeitados de pesquisa climática) sobre evolução de temperatura devem estar certos, se a tendência atual se mantiver. Só que isso é improvável. Quantas mudanças tivemos nos últimos cem anos? É impossível traçar uma linha reta para 2100. É quase um horóscopo. As previsões são apenas o melhor que podemos calcular com o que sabemos no momento. E há perigos ambientais mais imediatos. ‘’
Espera-se que os prováveis efeitos sejam devidamente consumados, haja prioridade de financiamento para as adaptações as alterações climáticas e as medidas tomadas pelas conferências que estão por vir não sejam afetadas por interesses políticos e econômicos de uma minoria.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Seja coerente, evite o uso de sacos plásticos!

O plástico foi incorporado de tal forma na sociedade moderna que parece inconcebível pensar em consumo sem associar o material. Toda vez que um consumidor compra um produto, leva um pouco de plástico. Seja no brinquedo, na utilidade doméstica, nas embalagens de medicamentos, cosméticos, e nos eletroeletrônicos. Sempre que o consumidor passa por um caixa de loja adquirindo um produto, leva no mínimo, uma “sacolinha plástica” para acondicionar a compra. É a chamada cultura do plástico.

No Rio de Janeiro foi sancionada, no dia 16 de julho, a Lei 5.502 que determina a coleta e a substituição das sacolas ou sacos plásticos por outras de material reutilizável. Os estabelecimentos comerciais terão até três anos para substituir sacolas plásticas descartáveis por bolsas retornáveis.

As microempresas terão três anos para cumprir a determinação, as de pequeno porte, dois, e os médios e grandes estabelecimentos, um ano. Após o prazo, os estabelecimentos serão obrigados a dar descontos ou recolher sacolas plásticas dos consumidores. E ainda determina que no prazo de um ano, os estabelecimentos realizem campanhas de educação ambiental e conscientização, junto aos locais de embalagens de produtos e junto aos caixas.

O Brasil consome 12 bilhões de sacolas plásticas por ano e cada brasileiro usa cerca de 66 sacos por mês, segundo dados da Associação Brasileira de Supermercados (Abras). No mundo, são 500 bilhões de saquinhos utilizados por ano. Cada sacola plástica demora cerca de 400 anos para se desintegrar no meio ambiente.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

EDUCAÇÃO AMBIENTAL EMPRESARIAL NO BRASIL


Data: 27, 28 e 29 de Outubro de 2009
Local: Pavilhão João Lyra Filho - UERJ/Maracanã
Capela Ecumênica
Coordenador Geral: Prof. Dr. Alexandre de Gusmão Pedrini

Educação Ambiental Empresarial no Brasil


“Processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade” - Política Nacional de Meio Ambiente - Lei federal 9795/1999

A Educação Ambiental sendo condicionante para o licenciamento ambiental federal e estadual de vários estados brasileiros, conseguiu ter mais espaço no setor empresarial, independente da ótica dos seus principais atores, seja pela implementação do assunto nos processos de educação ambiental ou pela estratégia de marketing verde (adoção de políticas ambientais para camuflar uma realidade que não está disposto a mudar).
Os métodos adotados para realizar a EAEB com eficácia e qualidade, não devem desvalorizar a construção dessa teoria que é transformadora da realidade, propondo mudanças tanto no pensamento humano como na interpretação e vivência com o mundo natural. Dessa forma, há muito a se aperfeiçoar para que as questões ambientais não fiquem limitadas às questões de gestão dos recursos físicos, como a gestão da água e nem se efetuem como resposta a um desastre ambiental.
Toda organização que se estruture como uma empresa é o principal agente responsável pela modificação do cenário ambiental visto que elas influenciam pessoas, seus clientes, e utilizam os recursos naturais em pequena ou em grande escala. É então, função da EAEB, preparar culturalmente as empresas para arcar com as suas responsabilidades ambientais a fim de construir valores que possam esclarecer as inter-relações entre o homem, sua cultura e seu meio para formar indivíduos aptos a agir individualmente e coletivamente na solução dos problemas ambientais.
Além da necessidade de conscientização do papel das empresas na sociedade, há outras lacunas a serem preenchidas na questão ambiental dentro das empresas: o mesmo conceito de EAEB deve ser compartilhado por todos os setores da empresa e principamente, ele deve estar atrelado à missão da empresa para a sua própria sobrevivência no mercado atual.


domingo, 11 de outubro de 2009

Seja coerente, evite o uso de sacos plásticos!

O plástico foi incorporado de tal forma na sociedade moderna que parece inconcebível pensar em consumo sem associar o material. Toda vez que um consumidor compra um produto, leva um pouco de plástico. Seja para carregar os produtos de utilidade doméstica ou compor embalagens de medicamentos, cosméticos, e envolver os recipientes de eletroeletrônicos. Sempre que o consumidor passa por um caixa de loja com um produto leva, no mínimo, uma “sacolinha plástica” para acondicionar a compra. É a chamada cultura do plástico.
No Rio de Janeiro foi sancionada, no dia 16 de julho, a Lei 5.502 que determina a coleta e a substituição das sacolas ou sacos plásticos por outras de material reutilizável. Os estabelecimentos comerciais terão até três anos para substituir sacolas plásticas descartáveis por bolsas retornáveis.
As microempresas terão três anos para cumprir a determinação, as de pequeno porte, dois, e os médios e grandes estabelecimentos, um ano. Após o prazo, os estabelecimentos serão obrigados a dar descontos ou recolher sacolas plásticas dos consumidores. E ainda determina que, no prazo de um ano, os estabelecimentos realizem campanhas de educação ambiental e conscientização, junto aos locais de embalagens de produtos e junto aos caixas.
O Brasil consome 12 bilhões de sacolas plásticas por ano e cada brasileiro usa cerca de 66 sacos por mês, segundo dados da Associação Brasileira de Supermercados (Abras). No mundo, são 500 bilhões de saquinhos utilizados por ano. Cada sacola plástica demora cerca de 400 anos para se desintegrar no meio ambiente.

Educação Ambiental Empresarial no Brasil.

“Processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade”
Política Nacional de Meio Ambiente - Lei federal 9795/1999
A Educação Ambiental por ser condicionante para o licenciamento ambiental federal e estadual de vários estados brasileiros, conseguiu ter mais espaço no setor empresarial, independente da ótica dos seus principais atores, seja pela implementação do assunto nos processos de educação ambiental, seja pela estratégia de marketing verde (adoção de políticas ambientais para camuflar uma realidade que não está disposto a mudar).
Os métodos adotados para realizar a EAEB com eficácia e qualidade, não devem desvalorizar a construção dessa teoria que é transformadora da realidade e propõem mudanças tanto no pensamento humano como na interpretação e vivência com o mundo natural. Dessa forma, há muito a se aperfeiçoar para que as questões ambientais não fiquem limitadas às questões de gestão dos recursos físicos, como a gestão da água. Tampouco se efetuem como resposta a um desastre ambiental.
Toda organização que se estrutura como uma empresa é o principal agente responsável pela modificação do cenário ambiental visto que elas influenciam pessoas, seus clientes, e utilizam os recursos naturais em pequena ou em grande escala. É então, função da EAEB preparar culturalmente as empresas para arcar com as suas responsabilidades ambientais a fim de construir valores que possam esclarecer as inter-relações entre o homem, sua cultura e seu meio, para formar indivíduos aptos a agir individual e coletivamente na solução dos problemas ambientais.
Além da necessidade de conscientização do papel das empresas na sociedade, há outras lacunas a serem preenchidas na questão ambiental dentro das empresas: o mesmo conceito de EAEB deve ser compartilhado por todos os setores da empresa e, principalmente, deve estar atrelado à missão da empresa para a sua própria sobrevivência no mercado atual.

O aquecimento global é bom ?

O Planeta Terra já passou por vários períodos de mudanças climáticas naturais. Transições a partir de um período quente para outro período, frio, ou vice-versa, foram seguidas por eventos de extinção maciça de espécies. Embora haja muitas teorias que expliquem essas mudanças, não restam dúvidas que elas representam uma grave ameaça, principalmente para os habitantes dos países mais pobres. O motivo? Falta de apoio para se adequarem às novas condições climáticas.
Houve tempo em que as atividades humanas não foram responsáveis por essas transformações, porém desde a revolução industrial, estamos convivendo com a acumulação de gases de efeito estufa por conta dessas atividades. O aquecimento global prova que estamos sobrecarregando a nossa atmosfera.
A mesma tecnologia dos países mais ricos que emite os maiores volume de gases de efeito estufa cria condições para as melhores adaptações às novas condições climáticas. O mesmo já não acontece nos países mais pobres. Por conta disso, o financiamento para adaptação às mudanças provocadas pelo aquecimento global nesses países deve ser um dos principais assuntos em pauta para o encontro das Nações Unidas sobre o clima, que ocorre em dezembro, em Copenhague na Dinamarca.
Outro fator condicionante para os choques climáticos estarem desigualmente distribuídos é a incerteza acerca da natureza acumulativa das alterações climáticas. Por conta dessa natureza, sabe-se que, tal como nós vivemos as consequências das emissões desde a revolução industrial, os povos dos próximos séculos também viverão com elas, mas não estão esclarecidos quais serão os danos gerados em longo prazo por essas alterações, mesmo que algumas consequências já sejam visivelmente drásticas.
Em entrevista à revista ÉPOCA, o zoólogo alemão Joseph Reichholf diz: ‘’Seus cálculos (centros mais respeitados de pesquisa climática) sobre evolução de temperatura devem estar certos, se a tendência atual se mantiver. Só que isso é improvável. Quantas mudanças tivemos nos últimos cem anos? É impossível traçar uma linha reta para 2100. É quase um horóscopo. As previsões são apenas o melhor que podemos calcular com o que sabemos no momento. E há perigos ambientais mais imediatos. ‘’
Uma questão fica no ar: Será que haverá prioridade para as adaptações e alterações climáticas ? E as medidas tomadas pelas conferências que estão por vir não serão afetadas por interesses políticos e econômicos de uma minoria ?

NOVA DIREÇÃO : D

Agora o jornal está sob nova direção.
A partir de agora as responsáveis serão:
Bruna Almeida, aluna do quarto período do técnico de meio ambiente.
Mariana Luz, aluna do segundo período de gestão ambiental.