segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Fotos da Greve no IFRJ
Mais fotos do ato em : www.flickr.com/photos/boletimdomeioambiente
Para ter informações sobre a greve em : http://ifrjemluta.wordpress.com. IFRJ em Luta é um blog que irá compartilar informaçoes sobre a greve.
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Greve no IFRJ
domingo, 21 de agosto de 2011
Reunião Gestão Ambiental, 10-08-2011
A reunião ocorrida no auditório do campus Rio de Janeiro, no dia 10 de agosto, juntou calouros, veteranos, professores e coordenação do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental.
Falaram a Pró-reitora de Ensino de Graduação, Monica Romitelli de Queiroz, e Príscila Marques de Siqueira, Diretora de Programas para o Desenvolvimento da Graduação. Entre os assuntos abordados, tivemos como destaque a apresentação do curso aos novos alunos, a Autoavaliação Institucional e CPA (Comissão Própria de Avaliação - veja aqui!), o Programa de Auxílio Permanência e a avaliação do curso pelo MEC, com data prevista para a próxima semana, dias 29 e 30 de agosto.
Apesar da ocorrência da greve, até segunda ordem a avaliação do MEC foi mantida.
VOCÊ, ALUNO! Atente para a atualização de seus contatos pessoais junto à Secretaria de Ensino Superior (SES), para que a comunicação seja facilitada.
O processo de Reconhecimento do CST em Gestão Ambiental (Nº 200907038) é acompanhado pela instituição através do site do e-MEC.
Para entrar em contato com a Pró-reitoria de Ensino de Graduação envie um e-mail para prograd@ifrj.edu.br ou se você desejar tirar suas dúvidas sobre o Ensino de Graduação, escreva para progradresponde@ifrj.edu.br.
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sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Últimas Notícias sobre a Greve no IFRJ
A greve iniciada no Campus Rio de Janeiro, nesta terça-feira parece não ter previsão para término, assim como em outros campi, "parados" durante este mês de agosto.
O último boletim emitido pelo SINASEFE - Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica - datado de 18 de agosto, apresenta informações como Pauta de Reivindicações, links de reportagens sobre a greve e outras notícias mais, de relevante interesse.
Confira o documento na íntegra: Boletim de Greve nº 10 - SINASEFE
O último boletim emitido pelo SINASEFE - Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica - datado de 18 de agosto, apresenta informações como Pauta de Reivindicações, links de reportagens sobre a greve e outras notícias mais, de relevante interesse.
Confira o documento na íntegra: Boletim de Greve nº 10 - SINASEFE
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quinta-feira, 18 de agosto de 2011
O desafio para a Rio+20
(Adaptado do artigo de Eduardo Athayde, diretor editor do WWI-Worldwatch Institute no Brasil.)
Fonte: Época
Quando o mundo reuniu-se no Rio de Janeiro, em 1992, para a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento – Eco 92, com objetivo de conciliar desenvolvimento sócio-econômico e a preservação dos ecossistemas, o conceito de “Desenvolvimento Sustentável” foi consagrado.
Naquele ano, a população global era de 5.4 bilhões de habitantes e o PIB mundial de 28 trilhões de dólares. 20 anos depois, com uma população global de 7 bilhões de habitantes e um PIB de 78 trilhões de dólares (US$ 50 tri a mais), a Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável – Rio+20, foi convocada para o Brasil em junho de 2012. Juntos, governos, corporações e sociedade civil farão o balanço do planeta, apurando lucros e prejuízos, debatendo o desenvolvimento global.
As 500 milhões de pessoas mais ricas do mundo (aproximadamente 7% da população mundial) são responsáveis por 50% das emissões globais de carbono, enquanto os 3 bilhões mais pobres são responsáveis por apenas 6%. Os 16% mais ricos do mundo são responsáveis por 78% do total do consumo mundial, ficando para os 84% restantes, apenas 22% do total global a ser consumido.
A China, que tem hoje 22% da população do planeta e apenas 7% das terras aráveis, já consome três vezes mais grãos e duas vezes mais carne que os EUA. Com o crescimento da economia chinesa, se cada chinês consumir, por exemplo, a mesma quantidade de papel que os americanos consomem atualmente, em 2030, os 1.46 bilhão de chineses, sozinhos, consumirão todo papel que o mundo produz hoje.
Onde vamos parar? Em 1804 a população humana atingiu o primeiro bilhão. 130 anos depois, em 1930, chegou a 2 bilhões. Com os avanços da ciência e tecnologia e a queda da mortalidade infantil, o ritmo acelerou. Como planejar para atender aos atuais 7 bilhões de habitantes – metade urbanos, amontoado em cidades – e mais os 75 milhões de novos habitantes/consumidores acrescidos anualmente à população humana?
Se tivessemos que eleger uma palavra para traduzir sustentabilidade talvez “equilíbrio” fosse a melhor candidata. Sustentabilidade é a busca do equilíbrio dinâmico entre os complexos contextos da realidade – seja em uma casa, uma empresa, uma cidade, um país ou no Planeta. A Rio+20 não é um evento do qual se possa esperar produto acabado, é um “momento intenso” de encontro e de avanços entre governos, corporações e pessoas conectadas, teando inteligência nova para enfrentar o desafio da construção de uma “economia equilibrada” .
Fonte: Época
Naquele ano, a população global era de 5.4 bilhões de habitantes e o PIB mundial de 28 trilhões de dólares. 20 anos depois, com uma população global de 7 bilhões de habitantes e um PIB de 78 trilhões de dólares (US$ 50 tri a mais), a Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável – Rio+20, foi convocada para o Brasil em junho de 2012. Juntos, governos, corporações e sociedade civil farão o balanço do planeta, apurando lucros e prejuízos, debatendo o desenvolvimento global.
As 500 milhões de pessoas mais ricas do mundo (aproximadamente 7% da população mundial) são responsáveis por 50% das emissões globais de carbono, enquanto os 3 bilhões mais pobres são responsáveis por apenas 6%. Os 16% mais ricos do mundo são responsáveis por 78% do total do consumo mundial, ficando para os 84% restantes, apenas 22% do total global a ser consumido.
A China, que tem hoje 22% da população do planeta e apenas 7% das terras aráveis, já consome três vezes mais grãos e duas vezes mais carne que os EUA. Com o crescimento da economia chinesa, se cada chinês consumir, por exemplo, a mesma quantidade de papel que os americanos consomem atualmente, em 2030, os 1.46 bilhão de chineses, sozinhos, consumirão todo papel que o mundo produz hoje.
Onde vamos parar? Em 1804 a população humana atingiu o primeiro bilhão. 130 anos depois, em 1930, chegou a 2 bilhões. Com os avanços da ciência e tecnologia e a queda da mortalidade infantil, o ritmo acelerou. Como planejar para atender aos atuais 7 bilhões de habitantes – metade urbanos, amontoado em cidades – e mais os 75 milhões de novos habitantes/consumidores acrescidos anualmente à população humana?
Se tivessemos que eleger uma palavra para traduzir sustentabilidade talvez “equilíbrio” fosse a melhor candidata. Sustentabilidade é a busca do equilíbrio dinâmico entre os complexos contextos da realidade – seja em uma casa, uma empresa, uma cidade, um país ou no Planeta. A Rio+20 não é um evento do qual se possa esperar produto acabado, é um “momento intenso” de encontro e de avanços entre governos, corporações e pessoas conectadas, teando inteligência nova para enfrentar o desafio da construção de uma “economia equilibrada” .
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quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Abaixo-assinado CARTA ABERTA DE PAIS, MÃES E RESPONSÁVEIS EM APOIO À GREVE DAS ESCOLAS FEDERAIS
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Greve no IFRJ
Greve no IFRJ - Mantenha-se informado sobre a greve!
O Sinasefe (Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica) enviou uma carta para o ministro da educação, Fernando Haddad, com pedido de melhores salários e condições de trabalhos, entre outras reivindicações.
Sobre a conjuntura nacional e as possibilidades da nossa greve, teremos o início da Jornada Nacional de Lutas, inicialmente com atos públicos nos estados até o dia 19 de agosto,culminando com a Marcha a Brasília no dia 24 de agosto. Poderemos ampliar ainda mais a divulgação das nossas reivindicações e da nossa greve junto à sociedade com estas atividades. Teremos a participação nesta Jornada Nacional de Lutas de vários setores do funcionalismo e dos movimentos popular e estudantil,bem como dos trabalhadores (as) da iniciativa privada, estabelecendo um novo patamar nas relações do movimento com o Governo.
Solicita-se a cada Comando Local de Greve que envie as informações da greve em cada Campi da Seção Sindical para o e-mail comunica.sinasefe@gmail.com , com cópia para dn@sinasefe.org.br.
Confira abaixo links de documentos importantes para a greve:
CARTILHA DE GREVE:http://goo.gl/N0Kis
PANFLETO DE GREVE: http://goo.gl/d14IZ
CARTA ABERTA À POPULAÇÃO: http://goo.gl/q39SM
OFÍCIOS PROTOCOLADOS: http://goo.gl/NcZNs
Para mais informação acesse: http://ifrjemluta.wordpress.com/
Sobre a conjuntura nacional e as possibilidades da nossa greve, teremos o início da Jornada Nacional de Lutas, inicialmente com atos públicos nos estados até o dia 19 de agosto,culminando com a Marcha a Brasília no dia 24 de agosto. Poderemos ampliar ainda mais a divulgação das nossas reivindicações e da nossa greve junto à sociedade com estas atividades. Teremos a participação nesta Jornada Nacional de Lutas de vários setores do funcionalismo e dos movimentos popular e estudantil,bem como dos trabalhadores (as) da iniciativa privada, estabelecendo um novo patamar nas relações do movimento com o Governo.
Solicita-se a cada Comando Local de Greve que envie as informações da greve em cada Campi da Seção Sindical para o e-mail comunica.sinasefe@gmail.com , com cópia para dn@sinasefe.org.br.
Confira abaixo links de documentos importantes para a greve:
CARTILHA DE GREVE:http://goo.gl/N0Kis
PANFLETO DE GREVE: http://goo.gl/d14IZ
CARTA ABERTA À POPULAÇÃO: http://goo.gl/q39SM
OFÍCIOS PROTOCOLADOS: http://goo.gl/NcZNs
Para mais informação acesse: http://ifrjemluta.wordpress.com/
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segunda-feira, 15 de agosto de 2011
E se nossa água estivesse contaminada com medicamentos?
Toda matéria existe em um ciclo fechado. Assim, nunca nos livramos daquilo que fabricamos, mesmo quando vai embora no caminhão do lixo ou pelo esgoto. Estes são, na maioria das vezes, os destinos dos medicamentos que usamos em casa quando sobram ou quando estão “vencidos”. O tratamento de purificação dispensado à água e ao esgoto (quando existe) não é suficiente para remover os compostos químicos liberados pelos medicamentos dissolvidos. Mesmo quando o medicamento termina em um aterro sanitário, ainda existe um alto risco de contaminação do lençol freático. Bom, então o que fazer para que os remédios que usamos em casa não contaminem o solo e a água?
Essa preocupação deu origem á um programa chamado Descarte Consciente. É só levar os medicamentos vencidos até uma das farmácias participantes.
Confira abaixo os endereços:
Rio de Janeiro - RJ:
Barra da Tijuca
Av das Américas, 1.699
Av. das Américas, 7.000
R. Olegário Maciel, 600, Lj 103
Freguesia de Jacarepaguá
R. Tirol, 356
Gávea
Av. Marquês de São Vicente, 22
Ipanema
Rua Visconde de Pirajá, 499
Leblon
Av. Ataulfo de Paiva, 341, Lj B
Méier
Rua Dias da Cruz, 454
Recreio dos Bandeirantes
Av. das Américas, 14.737, Lj A
Taquara
Avenida Nelson Cardoso, 1081
Tijuca
R. Haddock Lobo, 382
R. Barão de Mesquita, 944, Lj 201
Niterói - RJ:
Icaraí
Dr. Tavares de Macedo, 10, Lj 101
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resíduos sólidos
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Vídeos
Economia Ecologica
Esta palestra do economista Hugo Penteado no TEDx Amazônia procura questionar a visão do sistema econômico atual, que infelizmente, ainda se comporta de forma predatória diante dos recursos naturais, abordando questões relevantes como consumo, descarte e globalização.Hugo Penteado também é autor do livro Ecoeconomia - Uma Nova Abordagem (Ed. Lazuli, 2003).
Assista aqui.
Nessa outra palestra apresentada do TEDx Sudeste, nossa sociedade de consumo é criticada pelo jornalista André Trigueiro, que apresenta as armadilhas éticas , econômicas e ecológicas do consumismo.
Assista aqui.
Cidades
Diogo Pires Ferreira é arquiteto formado em São Luís, Maranhão. O vídeo ( que é bem dinâmico) é uma pré-apresentação do projeto de Diogo, que objetiva valorizar a vida social local e mostra um transporte público muito bem integrado. Ele acredita que é possível consolidá-las em apenas nove linhas de alta intensidade de uso, desenhadas para ligar os pontos mais importantes da cidade e facilitar a vida do usuário dos transportes públicos.
Assista aqui.
fonte: O eco
Amazônia
Palestra sobre a Amazônia. Antônio Donato explica de forma simples a hidrodinâmica da floresta e seus complexos microsistemas.
Assista aqui.
Cidade para pessoas
O vídeo conta a história da relação de Copenhagen com as bicicletas e mostra como estas podem ser inseridas nas metrópoles brasileiras.
Assista aqui.
Esta palestra do economista Hugo Penteado no TEDx Amazônia procura questionar a visão do sistema econômico atual, que infelizmente, ainda se comporta de forma predatória diante dos recursos naturais, abordando questões relevantes como consumo, descarte e globalização.Hugo Penteado também é autor do livro Ecoeconomia - Uma Nova Abordagem (Ed. Lazuli, 2003).
Assista aqui.
Nessa outra palestra apresentada do TEDx Sudeste, nossa sociedade de consumo é criticada pelo jornalista André Trigueiro, que apresenta as armadilhas éticas , econômicas e ecológicas do consumismo.
Assista aqui.
Cidades
Diogo Pires Ferreira é arquiteto formado em São Luís, Maranhão. O vídeo ( que é bem dinâmico) é uma pré-apresentação do projeto de Diogo, que objetiva valorizar a vida social local e mostra um transporte público muito bem integrado. Ele acredita que é possível consolidá-las em apenas nove linhas de alta intensidade de uso, desenhadas para ligar os pontos mais importantes da cidade e facilitar a vida do usuário dos transportes públicos.
Assista aqui.
fonte: O eco
Amazônia
Palestra sobre a Amazônia. Antônio Donato explica de forma simples a hidrodinâmica da floresta e seus complexos microsistemas.
Assista aqui.
Cidade para pessoas
O vídeo conta a história da relação de Copenhagen com as bicicletas e mostra como estas podem ser inseridas nas metrópoles brasileiras.
Assista aqui.
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sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Novas regras do CONAR sobre marketing “verde”
O Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária, CONAR divulgou novas normas para a publicidade que contenha apelos de sustentabilidade.
A partir desta segunda-feira (01/08/2011), a publicidade veiculada no Brasil não poderá mais enaltecer características de sustentabilidade de determinado produto, serviço ou marca se a empresa responsável não comprovar tais qualidades.
Alguns principios devem ser respeitados:
Veracidade – deve informar sobre o que é verdadeiro e passível de verificação e comprovação;
Exatidão – deve ser exata e precisa, não cabendo informações genéricas e vagas;
Pertinência – deve ter relação com processos de produção e comercialização dos produtos e serviços anunciados; e
Relevância – o benefício ambiental salientado deve ser significativo em termos do impacto ambiental total do produto ou do serviço sobre o meio ambiente, em todo seu ciclo de vida, ou seja, durante a produção, o uso e o descarte.
A empresa que descumprir as normas fica sujeita a punições que variam de advertência à suspensão da campanha publicitária e divulgação pública do descumprimento da regulamentação. A entidade não aplica multa em caso de infração. “Dependendo da gravidade do caso, o Conar pode agir por meio de medida liminar, o que tira o comercial de veiculação em poucas horas”, explica Gilberto Leifert, presidente do CONAR.
Confira as mudanças em: http://www.conar.org.br/html/noticias/070611.html
Segundo uma pesquisa do Instituto Akatu feita em 2010, 56% das pessoas nunca ouviram falar em sustentabilidade, apenas 16% sabem definir corretamente a palavra e outros 19% do total, acham que sustentabilidade tem a ver com auto-sustento. Por esse motivo, a divulgação de forma irresponsável do termo sustentabilidade como forma de Marketing “verde” ,dificulta ainda mais a compreensão pelo consumidor do real significado ecológico da palavra.
Leia mais: http://www.colunazero.com.br/2010/12/pesquisas-revelam-boas-intencoes-mas.html#ixzz1TLHHjfQ5
A partir desta segunda-feira (01/08/2011), a publicidade veiculada no Brasil não poderá mais enaltecer características de sustentabilidade de determinado produto, serviço ou marca se a empresa responsável não comprovar tais qualidades.
Alguns principios devem ser respeitados:
Veracidade – deve informar sobre o que é verdadeiro e passível de verificação e comprovação;
Exatidão – deve ser exata e precisa, não cabendo informações genéricas e vagas;
Pertinência – deve ter relação com processos de produção e comercialização dos produtos e serviços anunciados; e
Relevância – o benefício ambiental salientado deve ser significativo em termos do impacto ambiental total do produto ou do serviço sobre o meio ambiente, em todo seu ciclo de vida, ou seja, durante a produção, o uso e o descarte.
A empresa que descumprir as normas fica sujeita a punições que variam de advertência à suspensão da campanha publicitária e divulgação pública do descumprimento da regulamentação. A entidade não aplica multa em caso de infração. “Dependendo da gravidade do caso, o Conar pode agir por meio de medida liminar, o que tira o comercial de veiculação em poucas horas”, explica Gilberto Leifert, presidente do CONAR.
Confira as mudanças em: http://www.conar.org.br/html/noticias/070611.html
Segundo uma pesquisa do Instituto Akatu feita em 2010, 56% das pessoas nunca ouviram falar em sustentabilidade, apenas 16% sabem definir corretamente a palavra e outros 19% do total, acham que sustentabilidade tem a ver com auto-sustento. Por esse motivo, a divulgação de forma irresponsável do termo sustentabilidade como forma de Marketing “verde” ,dificulta ainda mais a compreensão pelo consumidor do real significado ecológico da palavra.
Leia mais: http://www.colunazero.com.br/2010/12/pesquisas-revelam-boas-intencoes-mas.html#ixzz1TLHHjfQ5
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terça-feira, 2 de agosto de 2011
6º Congresso Internacional de Bioenergia
Com o propósito de discutir o aproveitamento racional dos resíduos das indústrias, agricultura e fontes de energias alternativas, colocando frente a frente técnicos e especialistas do Brasil e de outros países que utilizam esta tecnologia com sucesso, acontece em Curitiba, no período de 16 a 19 de agosto de 2011, a sexta edição do Congresso Internacional de Bioenergia, um dos mais importantes eventos ligados a energias renováveis do Brasil.
Para mais informações acesse o site : http://www.bioenergia.net.br/congresso/br/index.php
Para mais informações acesse o site : http://www.bioenergia.net.br/congresso/br/index.php
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segunda-feira, 1 de agosto de 2011
3º Seminário ARERJ/SINDIECO e IMA/UFRJ
O Seminário ARERJ/SINDIECO e IMA/UFRJ é um evento anual, que tem como objetivo promover a aproximação entre os setores empresarial, acadêmico e governamental, visando a busca de soluções e a exposição de novas ideias para o setor da reciclagem.
Este ano, o seminário acontecerá no dia 10 de agosto de 2011 e terá como tema "Política Nacional de Resíduos Sólidos como Instrumento para o Desenvolvimento da Reciclagem". O local será o auditório Horta Barbosa, no Centro de Tecnologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), localizado na Ilha do Fundão.
Inscrições gratuitas!Período: 10 de agosto de 2011
Informações: (21) 2671-7693, seminario@sindieco.org.br
www.sindieco.org.br/seminario/index.php
Este ano, o seminário acontecerá no dia 10 de agosto de 2011 e terá como tema "Política Nacional de Resíduos Sólidos como Instrumento para o Desenvolvimento da Reciclagem". O local será o auditório Horta Barbosa, no Centro de Tecnologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), localizado na Ilha do Fundão.
Inscrições gratuitas!Período: 10 de agosto de 2011
Informações: (21) 2671-7693, seminario@sindieco.org.br
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quinta-feira, 7 de julho de 2011
VIII Congresso nacional de ecoturismo.
O VIII Congresso Nacional de Ecoturismo - CONECOTUR e IV Encontro Interdisciplinar de Ecoturismo em Unidades de Conservação - ECOUC organizado pelo Instituto Ipá Ti-uá de Meio Ambiente, Cultura e Sociedade e promovido pela Sociedade Brasileira de Ecoturismo - SBEcotur e a Revista Brasileira de Ecoturismo - RBEcotur será realizado entre os dias 8 e 10 de novembro, com programaçao de pré-congresso entre 5 e 7 de novembro de 2011, nas dependências do SESC PINHEIROS, Secretaria do Meio Ambiente-SMA e na Praça Victor Civita na cidade de São Paulo, SP.
Informações em :http://www.ipatiua.com.br/viii_conecotur_iv_ecouc/site/index.html
Informações em :http://www.ipatiua.com.br/viii_conecotur_iv_ecouc/site/index.html
quinta-feira, 16 de junho de 2011
O semestre está chegando ao fim...
Vamos aproveitar para participar deste evento científico-cultural de encerramento que estamos tendo chance de receber em nossa instituição?
VENHA ASSISTIR O “SARAU CIENTÍFICO: TRANSGÊNICOS EM CENA”
Montado pelo grupo Ciência em Cena – FIOCRUZ diretamente para nosso AUDITÓRIO!
Nesta 5ª feira – dia 16 de junho - 12:00 as 13:00 (HOJEEE)
Organização: Coordenações de Ensino de Ciências (Pós), Biologia (Graduação), Biotecnologia (Técnico)
Apoio: Coordenação de Extensão – Campus Maracanã
VENHA ASSISTIR O “SARAU CIENTÍFICO: TRANSGÊNICOS EM CENA”
Montado pelo grupo Ciência em Cena – FIOCRUZ diretamente para nosso AUDITÓRIO!
Nesta 5ª feira – dia 16 de junho - 12:00 as 13:00 (HOJEEE)
Organização: Coordenações de Ensino de Ciências (Pós), Biologia (Graduação), Biotecnologia (Técnico)
Apoio: Coordenação de Extensão – Campus Maracanã
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Energia Nuclear X Meio ambiente
Você já escolheu o seu lado? Ou é possível estar em ambos?
Eduardo Oliveira, Cláudia Ferreira
A geração de energia elétrica proveniente de fontes nucleares não depende das condições climáticas do período, nem mesmo está condicionada às relações diplomáticas entre os países. Em condições adequadas, esse tipo de energia não gera poluentes, como acontece durante a operação de usinas termelétricas, tampouco impacta o ambiente com as conseqüências de alagamento de áreas extensas, como na construção de usinas hidrelétricas.
Porém, o desastre ocorrido, no mês passado, no Japão abre a discussão sobre como a exploração da energia núcleo-elétrica pode modificar, ajudar ou danificar o ambiente em que vivemos. Aproveitando esta “onda” de informação, cabe esclarecer, de forma simplificada, como tudo isso funciona.
Para a geração de energia, utiliza-se o urânio 235 (235U92). O urânio 238 (238U92), por sua vez, constitui outra variedade deste elemento disponível na natureza, em abundância igual a 99,3%, e também é alimentado no reator nuclear. Para que ocorra a fissão nuclear, o 235U92 é inicialmente enriquecido até 5%; os demais 95% são completados com 238U92. Assim, o 235U92 é bombardeado com nêutrons, resultando em uma explosão que libera átomos de bário (Ba) e criptônio (Kr), além de nêutrons e, também, energia capaz de evaporar água. Na maioria dos reatores, é este vapor d’água que movimenta as pás das turbinas, gerando energia elétrica. A porção de nêutrons, que não é absorvida pela água, reage com o 238U92, gerando plutônio (239Pu94).
O reator mais seguro, atualmente, funciona a base de água pressurizada e é conhecido por Pressurized Water Reactor – PWR, o mesmo utilizado em Angra 1 e 2, no Brasil. Neste, a água fica sob pressão e, por isso, esquenta, mas não evapora. O calor é, então, transportado para um segundo bolsão de água, o qual evapora e gera energia elétrica. No caso de Fukushima, utilizava-se o reator a água fervente (Boiling Water Reactor - BWR); no sistema PWR, por sua vez, a água do reator, após ser transformada em vapor, aciona as pás da turbina, sendo condensada e retorna ao reator, na fase líquida.
Agora que já sabemos isso, vamos listar os pontos mais relevantes – positivos e negativos - quanto aos sistemas para geração de energia núcleo-elétrica:
não poluem o ar com gases de exaustão;
apresentam menores riscos durante o transporte, como os gases, óleos etc;
nos casos de vazamentos, os danos ao meio sócio-ambiental são de difícil previsão, interferindo, diretamente, nos ecossistemas e na saúde dos habitantes da circunvizinhança;
não há, ainda, um local adequado para o armazenamento do Plutônio, elemento radioativo resultante das reações;
não é possível isolar a central após seu encerramento;
durante muitos anos, os resíduos produzidos emitirão radiação.
O mundo teve vários exemplos dos perigos com a energia nuclear, o último aconteceu em Fukushima, no Japão, há alguns dias. Podemos citar, também, os casos de Chernobyl, do Césio 137 e Sellafield e Kyshtym, provando que o processo de geração de energia, com tantos fatores positivos, pode oferecer perigos desmedidos. Por isso, alguns países tomaram medidas para controlar melhor este processo:
França está checando a segurança de suas 58 usinas;
Alemanha suspende o plano de estender a vida útil de suas 17 usinas;
China suspende a aprovação de 160 projetos e a construção de 160 usinas.
Diante do ocorrido em Fukushima, aconteceram pelo mundo passeatas e protestos anti-nucleares, colocando em pauta a seguinte pergunta: até que ponto, a energia nuclear pode ser considerada segura?
No Brasil, já está em fase de construção a usina Angra 3, também localizada no Estado do Rio de Janeiro, na cidade de Angra dos Reis e outras quatro usinas estão em fase de projeto para serem construídas no nordeste brasileiro. Embora o complexo nuclear de Angra não possua os mesmos problemas de Fukushima, ele apresenta carência em relação à remoção, ao abrigo e à logística de retirada das pessoas. Além de suas rotas de fuga ser por uma única rodovia (Rio-Santos), que não está nas melhores condições, a cidade é cercada por encostas que, a qualquer momento, podem cair e impedir o acesso ao local e a retirada de pessoal da região.
Hoje, o que você pensa sobre a construção de Angra 3 e das outras quatro usinas nucleares que estão em fase de projeto para construção no Brasil?
DÊ A SUA OPINIÃO SOBRE A ENERGIA NUCLEAR NO BRASIL NO NOSSO SITE/BLOG!
Fontes consultadas:
Imagens
http://www.elpais.com/fotografia/reportajes/Mascara/gas/zapato/nino/ciudad/cerca/Chernobil/elpdiasoc/20110417elpdmgrep_3/Ies/
Texto:
Retorno a Chernóbil – El País
http://www.elpais.com/articulo/reportajes/Retorno/Chernobil/elpepusocdmg/20110417elpdmgrep_2/Tes
El declive japonés - El país
http://www.elpais.com/articulo/internacional/declive/japones/elpepiint/20110415elpepiint_11/Tes
Todos son culpables em Fukushima – El pais
http://www.elpais.com/articulo/reportajes/Todos/culpables/Fukushima/elpepusocdmg/20110417elpdmgrep_1/Tes
Benefícios e riscos da energia nuclear - R2CPress
http://www.r2cpress.com.br/v1/2011/03/23/beneficios-e-riscos-da-energia-nuclear/
Os riscos da energia nuclear, artigo de José Goldemberg – Portal EcoDebate
http://www.ecodebate.com.br/2008/12/12/os-riscos-da-energia-nuclear-artigo-de-jose-goldemberg/
Revista Época – Edição 670 – 19/03/2011
Eduardo Oliveira, Cláudia Ferreira
A geração de energia elétrica proveniente de fontes nucleares não depende das condições climáticas do período, nem mesmo está condicionada às relações diplomáticas entre os países. Em condições adequadas, esse tipo de energia não gera poluentes, como acontece durante a operação de usinas termelétricas, tampouco impacta o ambiente com as conseqüências de alagamento de áreas extensas, como na construção de usinas hidrelétricas.
Porém, o desastre ocorrido, no mês passado, no Japão abre a discussão sobre como a exploração da energia núcleo-elétrica pode modificar, ajudar ou danificar o ambiente em que vivemos. Aproveitando esta “onda” de informação, cabe esclarecer, de forma simplificada, como tudo isso funciona.
Para a geração de energia, utiliza-se o urânio 235 (235U92). O urânio 238 (238U92), por sua vez, constitui outra variedade deste elemento disponível na natureza, em abundância igual a 99,3%, e também é alimentado no reator nuclear. Para que ocorra a fissão nuclear, o 235U92 é inicialmente enriquecido até 5%; os demais 95% são completados com 238U92. Assim, o 235U92 é bombardeado com nêutrons, resultando em uma explosão que libera átomos de bário (Ba) e criptônio (Kr), além de nêutrons e, também, energia capaz de evaporar água. Na maioria dos reatores, é este vapor d’água que movimenta as pás das turbinas, gerando energia elétrica. A porção de nêutrons, que não é absorvida pela água, reage com o 238U92, gerando plutônio (239Pu94).
O reator mais seguro, atualmente, funciona a base de água pressurizada e é conhecido por Pressurized Water Reactor – PWR, o mesmo utilizado em Angra 1 e 2, no Brasil. Neste, a água fica sob pressão e, por isso, esquenta, mas não evapora. O calor é, então, transportado para um segundo bolsão de água, o qual evapora e gera energia elétrica. No caso de Fukushima, utilizava-se o reator a água fervente (Boiling Water Reactor - BWR); no sistema PWR, por sua vez, a água do reator, após ser transformada em vapor, aciona as pás da turbina, sendo condensada e retorna ao reator, na fase líquida.
Agora que já sabemos isso, vamos listar os pontos mais relevantes – positivos e negativos - quanto aos sistemas para geração de energia núcleo-elétrica:
não poluem o ar com gases de exaustão;
apresentam menores riscos durante o transporte, como os gases, óleos etc;
nos casos de vazamentos, os danos ao meio sócio-ambiental são de difícil previsão, interferindo, diretamente, nos ecossistemas e na saúde dos habitantes da circunvizinhança;
não há, ainda, um local adequado para o armazenamento do Plutônio, elemento radioativo resultante das reações;
não é possível isolar a central após seu encerramento;
durante muitos anos, os resíduos produzidos emitirão radiação.
O mundo teve vários exemplos dos perigos com a energia nuclear, o último aconteceu em Fukushima, no Japão, há alguns dias. Podemos citar, também, os casos de Chernobyl, do Césio 137 e Sellafield e Kyshtym, provando que o processo de geração de energia, com tantos fatores positivos, pode oferecer perigos desmedidos. Por isso, alguns países tomaram medidas para controlar melhor este processo:
França está checando a segurança de suas 58 usinas;
Alemanha suspende o plano de estender a vida útil de suas 17 usinas;
China suspende a aprovação de 160 projetos e a construção de 160 usinas.
Diante do ocorrido em Fukushima, aconteceram pelo mundo passeatas e protestos anti-nucleares, colocando em pauta a seguinte pergunta: até que ponto, a energia nuclear pode ser considerada segura?
No Brasil, já está em fase de construção a usina Angra 3, também localizada no Estado do Rio de Janeiro, na cidade de Angra dos Reis e outras quatro usinas estão em fase de projeto para serem construídas no nordeste brasileiro. Embora o complexo nuclear de Angra não possua os mesmos problemas de Fukushima, ele apresenta carência em relação à remoção, ao abrigo e à logística de retirada das pessoas. Além de suas rotas de fuga ser por uma única rodovia (Rio-Santos), que não está nas melhores condições, a cidade é cercada por encostas que, a qualquer momento, podem cair e impedir o acesso ao local e a retirada de pessoal da região.
Hoje, o que você pensa sobre a construção de Angra 3 e das outras quatro usinas nucleares que estão em fase de projeto para construção no Brasil?
DÊ A SUA OPINIÃO SOBRE A ENERGIA NUCLEAR NO BRASIL NO NOSSO SITE/BLOG!
Fontes consultadas:
Imagens
http://www.elpais.com/fotografia/reportajes/Mascara/gas/zapato/nino/ciudad/cerca/Chernobil/elpdiasoc/20110417elpdmgrep_3/Ies/
Texto:
Retorno a Chernóbil – El País
http://www.elpais.com/articulo/reportajes/Retorno/Chernobil/elpepusocdmg/20110417elpdmgrep_2/Tes
El declive japonés - El país
http://www.elpais.com/articulo/internacional/declive/japones/elpepiint/20110415elpepiint_11/Tes
Todos son culpables em Fukushima – El pais
http://www.elpais.com/articulo/reportajes/Todos/culpables/Fukushima/elpepusocdmg/20110417elpdmgrep_1/Tes
Benefícios e riscos da energia nuclear - R2CPress
http://www.r2cpress.com.br/v1/2011/03/23/beneficios-e-riscos-da-energia-nuclear/
Os riscos da energia nuclear, artigo de José Goldemberg – Portal EcoDebate
http://www.ecodebate.com.br/2008/12/12/os-riscos-da-energia-nuclear-artigo-de-jose-goldemberg/
Revista Época – Edição 670 – 19/03/2011
Belo Monte.. em apenas 23 condições.
É exatamente isso, apenas 23 condições.
O IBAMA, órgão havia estabelecido 40 condições para dar a licença de instalação da usina de Belo Monte, no rio Xingu, no Pará, que saiu no dia 01/06, porém essas 40 se transformaram em apenas 23 condições COMPENSATÓRIAS - uma forma de tentar minimizar os impactos do empreendimento.
A responsável por esta façanha, aqui chamada as tentativas de minimizar os impactos - é a ENERGIA NORTE, empresa responsável pela construção.
Pelas informações da construção, a usina Belo Monte será a terceira maior hidrelétrica do mundo e a maior usina inteiramente brasileira.
Fique atento... maiores informações em novas postagens.
O IBAMA, órgão havia estabelecido 40 condições para dar a licença de instalação da usina de Belo Monte, no rio Xingu, no Pará, que saiu no dia 01/06, porém essas 40 se transformaram em apenas 23 condições COMPENSATÓRIAS - uma forma de tentar minimizar os impactos do empreendimento.
A responsável por esta façanha, aqui chamada as tentativas de minimizar os impactos - é a ENERGIA NORTE, empresa responsável pela construção.
Pelas informações da construção, a usina Belo Monte será a terceira maior hidrelétrica do mundo e a maior usina inteiramente brasileira.
Fique atento... maiores informações em novas postagens.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
sexta-feira, 20 de maio de 2011
quinta-feira, 19 de maio de 2011
PNUMA com site em português sobre Dia Mundial do Meio Ambiente
Comemorado anualmente no dia 5 de junho desde 1972, o Dia Mundial do Meio Ambiente, também conhecido como WED, é o principal veículo pelo qual as Nações Unidas estimulam a conscientização ambiental no mundo todo.
O WED 2011, em apoio ao Ano Internacional das Florestas da ONU, almeja ser uma mega celebração.
O tema deste ano será Florestas: A Natureza a seu serviço.
Toda e qualquer atividade importa: você pode organizar um mutirão de limpeza no seu bairro; anunciar uma iniciativa ambiental na sua cidade, estado ou país; adotar metas ecológicas na sua empresa; usar sacolas reutilizáveis e motivar seus colegas de escola e professores a fazerem o mesmo; plantar uma árvore ou, se possível, organizar um esforço coletivo de plantio com a sua família; caminhar até o trabalho; reciclar e incentivar os amigos a reciclarem também ... as possibilidades são infinitas!
Quando a sua atividade for definida, não se esqueça de registrá-la no site do WED em nome de um dos Embaixadores da Boa Vontade do PNUMA, Gisele Bündchen ou Don Cheadle. O Embaixador que receber mais cadastros vai plantar uma floresta! Clique aqui para saber mais sobre o desafio do WED. por http://oglobo.globo.com/blogs/blogverde/posts/2011/05/19/pnuma-com-site-em-portugues-sobre-dia-mundial-do-meio-ambiente-381459.asp
O WED 2011, em apoio ao Ano Internacional das Florestas da ONU, almeja ser uma mega celebração.
O tema deste ano será Florestas: A Natureza a seu serviço.
Toda e qualquer atividade importa: você pode organizar um mutirão de limpeza no seu bairro; anunciar uma iniciativa ambiental na sua cidade, estado ou país; adotar metas ecológicas na sua empresa; usar sacolas reutilizáveis e motivar seus colegas de escola e professores a fazerem o mesmo; plantar uma árvore ou, se possível, organizar um esforço coletivo de plantio com a sua família; caminhar até o trabalho; reciclar e incentivar os amigos a reciclarem também ... as possibilidades são infinitas!
Quando a sua atividade for definida, não se esqueça de registrá-la no site do WED em nome de um dos Embaixadores da Boa Vontade do PNUMA, Gisele Bündchen ou Don Cheadle. O Embaixador que receber mais cadastros vai plantar uma floresta! Clique aqui para saber mais sobre o desafio do WED. por http://oglobo.globo.com/blogs/blogverde/posts/2011/05/19/pnuma-com-site-em-portugues-sobre-dia-mundial-do-meio-ambiente-381459.asp
terça-feira, 17 de maio de 2011
Diamantes são produzidos explodindo CO2
O dióxido de carbono bem poderia rivalizar com o oxigênio como o "gás da vida", dada sua importância no ciclo biológico da Terra. Hoje, porém, ele é mais conhecido como um gás de efeito estufa - o mesmo efeito que permite a vida na Terra, mas que, levado ao exagero, pode colocar essa mesma vida em dificuldades. Esse excesso talvez agora possa ganhar uma destinação bem mais brilhante e preciosa: mais especificamente, o CO2 pode transformar-se em diamante.
Depois de três anos de pesquisa, o pesquisador Daren Swanson, da Universidade de Queens, no Reino Unido, provou que o CO2 pode ser usado para produzir minúsculos diamantes industriais - eles não são grandes o suficiente para se transformarem em uma joia, mas são muito bem pagos para utilização em inúmeras aplicações industriais.
Por:http://www.cimm.com.br/portal/noticia/exibir_noticia/7998-diamantes-so-produzidos-explodindo-co2
Depois de três anos de pesquisa, o pesquisador Daren Swanson, da Universidade de Queens, no Reino Unido, provou que o CO2 pode ser usado para produzir minúsculos diamantes industriais - eles não são grandes o suficiente para se transformarem em uma joia, mas são muito bem pagos para utilização em inúmeras aplicações industriais.
Por:http://www.cimm.com.br/portal/noticia/exibir_noticia/7998-diamantes-so-produzidos-explodindo-co2
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Consumo de recursos naturais pode triplicar até 2050, diz ONU.
O consumo mundial de recursos naturais, como minérios e combustíveis fósseis, pode triplicar até 2050 e causar um catastrófico impacto sobre o ambiente, alerta um relatório divulgado pela ONU, que pede aos países que ajam com rapidez para evitá-lo.
O documento, apresentado pelo Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) em Nova York, analisa o consumo atual dos recursos do planeta e estuda as medidas realizadas pelo mundo para reduzir a relação entre esse consumo e o crescimento econômico.
A humanidade poderia consumir até 2050 "cerca de 140 mil toneladas de minérios, combustíveis fósseis e biomassa por ano, um número que triplica o atual, a não ser que a taxa de crescimento econômico se dissocie da do consumo de recursos naturais", indica o relatório.
"A humanidade pode e deve fazer mais com menos", ressalta o estudo do Pnuma, que explica que atualmente os habitantes dos países desenvolvidos consomem, em média, 16 toneladas per capita por ano desses recursos essenciais, enquanto um cidadão da Índia consome quatro toneladas por ano.
Diante desses números, "tanto com o crescimento da população mundial como da prosperidade, especialmente nos países em vias de desenvolvimento, a perspectiva de níveis muito maiores aos atuais supera em muito o que é sustentável", assinalam os autores do texto.
"Chegou o momento de reconhecer os limites dos recursos naturais disponíveis para apoiar o desenvolvimento humano e o crescimento econômico", sustenta o texto, que acrescenta que "o mundo já está ficando sem recursos acessíveis e de alta qualidade de materiais tão essenciais como petróleo, cobre e ouro".
SOLUÇÃO
A solução está na chamada "dissociação do uso dos recursos naturais e o impacto ambiental do crescimento econômico", ressaltou o diretor-executivo do Pnuma, Achim Steiner, na quinta-feira, ao apresentar o relatório na sede das Nações Unidas.
"Essa dissociação faz sentido em todos os âmbitos: econômico, social e ambiental", acrescentou Steiner, para quem esse processo é "parte da transição rumo a uma economia verde, baixa em emissões de carbono e eficiente respeito aos recursos".
Ele explicou que se trata de buscar uma economia que "gere empregos decentes e erradique a pobreza de um modo que mantenha a pegada do homem dentro das capacidades planetárias", para o que são necessárias "mudanças significativas nas políticas públicas, o comportamento empresarial e os padrões de consumo".
"Será necessário mais inovação, inclusive uma inovação radical", indicam os autores do relatório, que encoraja os países em vias de desenvolvimento a "mudar sua ideia do que significa o desenvolvimento em um mundo de poucos recursos" e destaca certos avanços obtidos em países como Alemanha, Japão e China, além da África do Sul.
Para conseguir o impulso da economia verde, os responsáveis do texto advertem que é "urgente reconsiderar os vínculos entre o uso de recursos e da prosperidade econômica, baseada em um investimento em massa em inovação tecnológica, financeira e social".
"Deve-se pelo menos congelar o consumo per capita nos países ricos e ajudar as nações em vias de desenvolvimento a seguirem um caminho mais sustentável", destaca o documento. "Nos lugares mais densamente povoados, diminui o consumo per capita de recursos em contraposição a áreas pouco povoadas", acrescenta.
Por:http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/915296-consumo-de-recursos-naturais-pode-triplicar-ate-2050-diz-onu.shtml
O documento, apresentado pelo Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) em Nova York, analisa o consumo atual dos recursos do planeta e estuda as medidas realizadas pelo mundo para reduzir a relação entre esse consumo e o crescimento econômico.
A humanidade poderia consumir até 2050 "cerca de 140 mil toneladas de minérios, combustíveis fósseis e biomassa por ano, um número que triplica o atual, a não ser que a taxa de crescimento econômico se dissocie da do consumo de recursos naturais", indica o relatório.
"A humanidade pode e deve fazer mais com menos", ressalta o estudo do Pnuma, que explica que atualmente os habitantes dos países desenvolvidos consomem, em média, 16 toneladas per capita por ano desses recursos essenciais, enquanto um cidadão da Índia consome quatro toneladas por ano.
Diante desses números, "tanto com o crescimento da população mundial como da prosperidade, especialmente nos países em vias de desenvolvimento, a perspectiva de níveis muito maiores aos atuais supera em muito o que é sustentável", assinalam os autores do texto.
"Chegou o momento de reconhecer os limites dos recursos naturais disponíveis para apoiar o desenvolvimento humano e o crescimento econômico", sustenta o texto, que acrescenta que "o mundo já está ficando sem recursos acessíveis e de alta qualidade de materiais tão essenciais como petróleo, cobre e ouro".
SOLUÇÃO
A solução está na chamada "dissociação do uso dos recursos naturais e o impacto ambiental do crescimento econômico", ressaltou o diretor-executivo do Pnuma, Achim Steiner, na quinta-feira, ao apresentar o relatório na sede das Nações Unidas.
"Essa dissociação faz sentido em todos os âmbitos: econômico, social e ambiental", acrescentou Steiner, para quem esse processo é "parte da transição rumo a uma economia verde, baixa em emissões de carbono e eficiente respeito aos recursos".
Ele explicou que se trata de buscar uma economia que "gere empregos decentes e erradique a pobreza de um modo que mantenha a pegada do homem dentro das capacidades planetárias", para o que são necessárias "mudanças significativas nas políticas públicas, o comportamento empresarial e os padrões de consumo".
"Será necessário mais inovação, inclusive uma inovação radical", indicam os autores do relatório, que encoraja os países em vias de desenvolvimento a "mudar sua ideia do que significa o desenvolvimento em um mundo de poucos recursos" e destaca certos avanços obtidos em países como Alemanha, Japão e China, além da África do Sul.
Para conseguir o impulso da economia verde, os responsáveis do texto advertem que é "urgente reconsiderar os vínculos entre o uso de recursos e da prosperidade econômica, baseada em um investimento em massa em inovação tecnológica, financeira e social".
"Deve-se pelo menos congelar o consumo per capita nos países ricos e ajudar as nações em vias de desenvolvimento a seguirem um caminho mais sustentável", destaca o documento. "Nos lugares mais densamente povoados, diminui o consumo per capita de recursos em contraposição a áreas pouco povoadas", acrescenta.
Por:http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/915296-consumo-de-recursos-naturais-pode-triplicar-ate-2050-diz-onu.shtml
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Quase 5.000 estão fora de casa em Alagoas devido às chuvas
A chuva forte que atinge o Estado de Alagoas desde a semana passada já provocou transtornos e destruição em ao menos dez municípios do interior. A região mais atingida é o norte do Estado, próximo à divisa com Pernambuco.
Chuvas matam dois e desalojam 3.500 famílias em PE
Água para consumo em abrigo de AL está barrenta
Leia a cobertura sobre a chuva no país
Segundo a Defesa Civil de Alagoas, 4.721 pessoas tiveram que deixar suas casas no Estado devido aos alagamentos e 504 casas ficaram danificadas. Cerca de 4.000 pessoas estão alojadas na casa de amigos ou parentes e 764 estão em abrigos públicos. Uma criança morreu em decorrência de um deslizamento de terra na última sexta-feira, em São Luiz do Quitunde.
Dos dez municípios atingidos, todos já decretaram situação de emergência. O governador Teotonio Vilela Filho (PSDB) deve ir a Brasília amanhã para pedir ajuda ao governo federal para atender os desabrigados e desalojados.
A previsão é que as chuvas continuem intensas nesta quarta-feira e comecem a diminuir de intensidade a partir de amanhã. Mas deve continuar chovendo na cabeceira dos rios que cortam o norte do Estado, o que pode agravar os alagamentos, principalmente nas cidades de Jacuípe e Campestre.
Segundo a Diretoria de Meteorologia da Semarh (Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos), as bacias dos rios Mundaú e Paraíba, que em 2010 provocaram inundações que destruíram cerca de 11 mil casas em Alagoas e mataram 53 pessoas em Alagoas e Pernambuco, estão sendo monitoradas em tempo real e, até agora, não apresentam elevações significativa em seus níveis.
Os municípios atingidos, segundo a Defesa Civil de Alagoas, são: Campestre, Colônia Leopoldina, Japaratinga, Jundiá, Novo Lino, Paripueira, Porto das Pedras, São Luiz do Quitunde, Jacuípe e São Miguel dos Milagres. Apenas Japaratinga ainda não decretou situação de emergência até agora.
Por:http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/911172-quase-5000-estao-fora-de-casa-em-alagoas-devido-as-chuvas.shtml
Chuvas matam dois e desalojam 3.500 famílias em PE
Água para consumo em abrigo de AL está barrenta
Leia a cobertura sobre a chuva no país
Segundo a Defesa Civil de Alagoas, 4.721 pessoas tiveram que deixar suas casas no Estado devido aos alagamentos e 504 casas ficaram danificadas. Cerca de 4.000 pessoas estão alojadas na casa de amigos ou parentes e 764 estão em abrigos públicos. Uma criança morreu em decorrência de um deslizamento de terra na última sexta-feira, em São Luiz do Quitunde.
Dos dez municípios atingidos, todos já decretaram situação de emergência. O governador Teotonio Vilela Filho (PSDB) deve ir a Brasília amanhã para pedir ajuda ao governo federal para atender os desabrigados e desalojados.
A previsão é que as chuvas continuem intensas nesta quarta-feira e comecem a diminuir de intensidade a partir de amanhã. Mas deve continuar chovendo na cabeceira dos rios que cortam o norte do Estado, o que pode agravar os alagamentos, principalmente nas cidades de Jacuípe e Campestre.
Segundo a Diretoria de Meteorologia da Semarh (Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos), as bacias dos rios Mundaú e Paraíba, que em 2010 provocaram inundações que destruíram cerca de 11 mil casas em Alagoas e mataram 53 pessoas em Alagoas e Pernambuco, estão sendo monitoradas em tempo real e, até agora, não apresentam elevações significativa em seus níveis.
Os municípios atingidos, segundo a Defesa Civil de Alagoas, são: Campestre, Colônia Leopoldina, Japaratinga, Jundiá, Novo Lino, Paripueira, Porto das Pedras, São Luiz do Quitunde, Jacuípe e São Miguel dos Milagres. Apenas Japaratinga ainda não decretou situação de emergência até agora.
Por:http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/911172-quase-5000-estao-fora-de-casa-em-alagoas-devido-as-chuvas.shtml
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Indústria do fumo faz acordo para não destruir mata atlântica
A indústria do fumo do sul do Brasil fechou um acordo com o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) para garantir que seu produto destrua apenas os pulmões dos usuários _e não mais a mata atlântica.
As duas principais associações da indústria fumageira, a Afubra e o Sinditabaco, se comprometeram a montar nos próximos meses um sistema de rastreamento ambiental que permita dizer se o fumo colhido no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná vem de novas áreas desmatadas.
A ideia é replicar acordos já feitos com o setor produtivo para a soja na Amazônia e a carne no Pará.
Ela se seguiu a uma operação do Ibama no final do ano passado, que detectou desmatamentos ilegais para fumo nos municípios de Arroio do Tigre, Segredo e Ibarama. O órgão ambiental embargou propriedades, multou pequenos produtores em R$ 360 mil e apreendeu mil metros cúbicos de lenha.
Segundo o Ibama, os produtores de tabaco estavam usando araucária uma espécie protegida por lei para secar o fumo.
"As empresas vendem que toda a produção de fumo é sustentável, com eucalipto nas estufas. Pelo menos naquelas áreas, isso não condiz com a realidade", afirmou o superintendente do Ibama no Rio Grande do Sul, João Pessoa Riograndense.
Dados do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) mostram que o Rio Grande do Sul foi o Estado que mais acelerou o desmatamento na mata atlântica entre 2008 e 2010: a taxa cresceu 83%.
A proposta do Ibama é que as indústrias montem um sistema de monitoramento para toda a cadeia, que poderá incluir imagens de satélite das propriedades.
O engenheiro florestal Jorge Farias, da Afubra (Associação dos Fumicultores do Brasil), diz que o tamanho das propriedades dificulta o monitoramento remoto.
"São áreas de um ou dois hectares, menores do que o satélite pode detectar", afirma. Segundo ele, o mais provável é que sejam monitoradas apenas plantações perto de grandes remanescentes de mata atlântica ou em corredores de fauna.
"Tais iniciativas são essenciais, inclusive levando-se em conta que 85% do segmento tem foco na exportação", disse Iro Scünke, presidente do Sindicato da Indústria do Tabaco.
Por:http://www1.folha.uol.com.br/mercado/890295-industria-do-fumo-faz-acordo-para-nao-destruir-mata-atlantica.shtml
As duas principais associações da indústria fumageira, a Afubra e o Sinditabaco, se comprometeram a montar nos próximos meses um sistema de rastreamento ambiental que permita dizer se o fumo colhido no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná vem de novas áreas desmatadas.
A ideia é replicar acordos já feitos com o setor produtivo para a soja na Amazônia e a carne no Pará.
Ela se seguiu a uma operação do Ibama no final do ano passado, que detectou desmatamentos ilegais para fumo nos municípios de Arroio do Tigre, Segredo e Ibarama. O órgão ambiental embargou propriedades, multou pequenos produtores em R$ 360 mil e apreendeu mil metros cúbicos de lenha.
Segundo o Ibama, os produtores de tabaco estavam usando araucária uma espécie protegida por lei para secar o fumo.
"As empresas vendem que toda a produção de fumo é sustentável, com eucalipto nas estufas. Pelo menos naquelas áreas, isso não condiz com a realidade", afirmou o superintendente do Ibama no Rio Grande do Sul, João Pessoa Riograndense.
Dados do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) mostram que o Rio Grande do Sul foi o Estado que mais acelerou o desmatamento na mata atlântica entre 2008 e 2010: a taxa cresceu 83%.
A proposta do Ibama é que as indústrias montem um sistema de monitoramento para toda a cadeia, que poderá incluir imagens de satélite das propriedades.
O engenheiro florestal Jorge Farias, da Afubra (Associação dos Fumicultores do Brasil), diz que o tamanho das propriedades dificulta o monitoramento remoto.
"São áreas de um ou dois hectares, menores do que o satélite pode detectar", afirma. Segundo ele, o mais provável é que sejam monitoradas apenas plantações perto de grandes remanescentes de mata atlântica ou em corredores de fauna.
"Tais iniciativas são essenciais, inclusive levando-se em conta que 85% do segmento tem foco na exportação", disse Iro Scünke, presidente do Sindicato da Indústria do Tabaco.
Por:http://www1.folha.uol.com.br/mercado/890295-industria-do-fumo-faz-acordo-para-nao-destruir-mata-atlantica.shtml
quinta-feira, 28 de abril de 2011
E mais um temporal castigando os alunos do IFRJ !

O temporal que caiu no rio no dia 25, fez estragos pela cidade e mais uma vez prendeu os alunos no IFRJ campus maracanã. A foto foi tirada pela aluna Madyleine Premazzi, aluna do curso ST em Gestão Ambiental.
Veja como ficou a escola...
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Documento de 2009 já identificava áreas de risco na Região Serrana do Rio
Não foi por falta de conhecimento. Apesar do forte volume das chuvas, a tragédia que destruiu cidades da Região Serrana ocorreu, em parte, em áreas de risco e em municípios que não dispõem de estrutura técnica suficiente para evitar as ocupações irregulares.
Elaborado pelo Ministério do Meio Ambiente e pela Secretaria estadual de Meio Ambiente, com o apoio da Petrobras, a Agenda 21 Comperj identificou, entre 2007 e 2009, os principais problemas enfrentados por 15 municípios que serão afetados pelo empreendimento da empresa em Itaboraí, entre eles, Friburgo e Teresópolis.
Os diagnósticos foram feitos com a ajuda dos próprios moradores, de empresas privadas e das prefeituras, que apresentaram também propostas.
Em Teresópolis, áreas têm todas as casas em risco
O documento referente a Teresópolis aponta, por exemplo, a proposta de "alta prioridade" para a retirada e demolição de imóveis construídos em Áreas de Preservação Permanente e em áreas de risco. O estudo afirma ainda que "a ocupação de encostas na cidade é intensa, com edificações em terrenos de declividade acentuada, e cresce de forma aleatória e desordenada". Pelo mapa, anexado ao documento, é possível identificar áreas com até 100% de casas em situação de risco.
Em outro trecho, a Agenda 21 de Teresópolis diz que existem áreas que sofrem com o desmatamento, e a situação é agravada pela "ausência de controle e rigor dos órgãos ambientais e falta de infraestrutura para treinar os fiscais ambientais".
O documento, com o diagnóstico sobre o meio ambiente, economia, educação e infraestrutura urbana da cidade, é de conhecimento do prefeito da cidade, Jorge Mário Sedlacek (PT). Ele apresentou, no fim do ano passado, o Plano Local de Desenvolvimento Sustentável do município, feito com base na Agenda 21 da cidade.
Na sexta, o prefeito de Teresópolis afirmou, em entrevista coletiva, que iniciou uma série de ações preventivas quando assumiu o governo em 2009. Nesse período, segundo ele, 200 famílias foram retiradas de áreas de risco, e foi elaborado o seu plano municipal de prevenção de riscos. Sedlacek disse ainda que cerca de R$ 15 milhões, que já estão em fase de liberação no governo federal, serão aplicados em contenção de encostas e realocação de mais familias.
Em Friburgo, a Agenda 21 também identificou problemas. Lá, os moradores, técnicos, empresários e representantes do poder público indicaram a necessidade de criar um plano de prevenção para as áreas de risco.
A equipe que elaborou o documento apontou como uma das preocupações o "escorregamento de encostas, a falta de fiscalização das construções e a existência de loteamentos clandestinos ou aprovados sem o devido estudo". De acordo com o estudo, Friburgo sofre também com excesso de queimadas e erosões constantes, além de ocupação irregular das encostas.
O prefeito em exercício de Friburgo afirmou que não havia como evitar a tragédia por conta do volume de água. Demerval Barboza Moreira Neto (PMDB) explicou que a Defesa Civil realizou obras com base nas propostas da Agenda 21, mas isso não foi suficiente:
- Em hipótese alguma o que aconteceu poderia ter sido evitado. Foi uma catástrofe - afirmou Moreira. - A Defesa Civil atuou em cima dos relatórios da Agenda 21. Foram feitos murros de contenção. Mas o gozado é que as chuvas atingiram todas as áreas da cidade. No centro, numa região considerada não perigosa e sem história de deslizamentos, aconteceu uma tragédia.
Para o secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, a Agenda 21 ajudou a apontar problemas, mas muitos já eram de conhecimento do poder público e dependem agora de recursos para serem resolvidos. Minc explicou que o fórum do Comperj será reativado pelo governo do estado, que poderá exigir que muitas das propostas dos documentos possam ser realizadas até mesmo pela Petrobras como forma de contrapartida.
- A estrutura de fiscalização de alguns municípios melhorou desde o início da Agenda 21. Não é mais o que era no passado. Dizer que é uma maravilha, também não é verdade. Conversei com o governador Sérgio Cabral e nós vamos retomar o fórum do Comperj. Muitas ações previstas na Agenda 21 podem ser realizadas com a ajuda da Petrobras - afirmou Minc.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/mat/2011/01/15/documento-de-2009-ja-identificava-areas-de-risco-na-regiao-serrana-do-rio-923513302.asp#ixzz1MqHtDgKv
Elaborado pelo Ministério do Meio Ambiente e pela Secretaria estadual de Meio Ambiente, com o apoio da Petrobras, a Agenda 21 Comperj identificou, entre 2007 e 2009, os principais problemas enfrentados por 15 municípios que serão afetados pelo empreendimento da empresa em Itaboraí, entre eles, Friburgo e Teresópolis.
Os diagnósticos foram feitos com a ajuda dos próprios moradores, de empresas privadas e das prefeituras, que apresentaram também propostas.
Em Teresópolis, áreas têm todas as casas em risco
O documento referente a Teresópolis aponta, por exemplo, a proposta de "alta prioridade" para a retirada e demolição de imóveis construídos em Áreas de Preservação Permanente e em áreas de risco. O estudo afirma ainda que "a ocupação de encostas na cidade é intensa, com edificações em terrenos de declividade acentuada, e cresce de forma aleatória e desordenada". Pelo mapa, anexado ao documento, é possível identificar áreas com até 100% de casas em situação de risco.
Em outro trecho, a Agenda 21 de Teresópolis diz que existem áreas que sofrem com o desmatamento, e a situação é agravada pela "ausência de controle e rigor dos órgãos ambientais e falta de infraestrutura para treinar os fiscais ambientais".
O documento, com o diagnóstico sobre o meio ambiente, economia, educação e infraestrutura urbana da cidade, é de conhecimento do prefeito da cidade, Jorge Mário Sedlacek (PT). Ele apresentou, no fim do ano passado, o Plano Local de Desenvolvimento Sustentável do município, feito com base na Agenda 21 da cidade.
Na sexta, o prefeito de Teresópolis afirmou, em entrevista coletiva, que iniciou uma série de ações preventivas quando assumiu o governo em 2009. Nesse período, segundo ele, 200 famílias foram retiradas de áreas de risco, e foi elaborado o seu plano municipal de prevenção de riscos. Sedlacek disse ainda que cerca de R$ 15 milhões, que já estão em fase de liberação no governo federal, serão aplicados em contenção de encostas e realocação de mais familias.
Em Friburgo, a Agenda 21 também identificou problemas. Lá, os moradores, técnicos, empresários e representantes do poder público indicaram a necessidade de criar um plano de prevenção para as áreas de risco.
A equipe que elaborou o documento apontou como uma das preocupações o "escorregamento de encostas, a falta de fiscalização das construções e a existência de loteamentos clandestinos ou aprovados sem o devido estudo". De acordo com o estudo, Friburgo sofre também com excesso de queimadas e erosões constantes, além de ocupação irregular das encostas.
O prefeito em exercício de Friburgo afirmou que não havia como evitar a tragédia por conta do volume de água. Demerval Barboza Moreira Neto (PMDB) explicou que a Defesa Civil realizou obras com base nas propostas da Agenda 21, mas isso não foi suficiente:
- Em hipótese alguma o que aconteceu poderia ter sido evitado. Foi uma catástrofe - afirmou Moreira. - A Defesa Civil atuou em cima dos relatórios da Agenda 21. Foram feitos murros de contenção. Mas o gozado é que as chuvas atingiram todas as áreas da cidade. No centro, numa região considerada não perigosa e sem história de deslizamentos, aconteceu uma tragédia.
Para o secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, a Agenda 21 ajudou a apontar problemas, mas muitos já eram de conhecimento do poder público e dependem agora de recursos para serem resolvidos. Minc explicou que o fórum do Comperj será reativado pelo governo do estado, que poderá exigir que muitas das propostas dos documentos possam ser realizadas até mesmo pela Petrobras como forma de contrapartida.
- A estrutura de fiscalização de alguns municípios melhorou desde o início da Agenda 21. Não é mais o que era no passado. Dizer que é uma maravilha, também não é verdade. Conversei com o governador Sérgio Cabral e nós vamos retomar o fórum do Comperj. Muitas ações previstas na Agenda 21 podem ser realizadas com a ajuda da Petrobras - afirmou Minc.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/mat/2011/01/15/documento-de-2009-ja-identificava-areas-de-risco-na-regiao-serrana-do-rio-923513302.asp#ixzz1MqHtDgKv
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Energia eólica supera nuclear em março na Espanha
"A energia eólica supriu em março 21% da demanda por eletricidade na Espanha e, pela primeira vez, esteve à frente da energia nuclear, que cobriu 19% do consumo do país. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira pela Rede Elétrica Espanhola.
Os parques eólicos marcaram um recorde este mês, com uma geração de 4.738 GWh, cerca de 5% a mais do que em março de 2010, e superaram também o montante gerado por via hidráulica, consolidando-se como a primeira fonte renovável em volume de geração de energia no país.
Ao todo, as renováveis supriram 42,2% da demanda por eletricidade na Espanha este mês - número que, apesar da contribuição da geração eólica, estão abaixo dos registrados no mesmo período do ano passado, de 48,5%. A Rede Elétrica Espanhola explica que a produção de energia via hidrelétricas, em 2010, foi muto mais alta do que a que vem se observando este ano.
Com este peso das renováveis, 57,9% da energia gerada foi por meio de tecnologias que não emitem CO2.
O Ministério da Indústria detalhou esta semana que em 2010 as tecnologias "limpas" foram a principal fonte de geração elétrica na Espanha e representaram 13,2% da energia final gerada, quase um ponto porcentual acima dos 12,3% registrados em 2009." em http://www.cimm.com.br/portal/noticia/exibir_noticia/7844-energia-elica-supera-nuclear-em-maro-na-espanha .
Os parques eólicos marcaram um recorde este mês, com uma geração de 4.738 GWh, cerca de 5% a mais do que em março de 2010, e superaram também o montante gerado por via hidráulica, consolidando-se como a primeira fonte renovável em volume de geração de energia no país.
Ao todo, as renováveis supriram 42,2% da demanda por eletricidade na Espanha este mês - número que, apesar da contribuição da geração eólica, estão abaixo dos registrados no mesmo período do ano passado, de 48,5%. A Rede Elétrica Espanhola explica que a produção de energia via hidrelétricas, em 2010, foi muto mais alta do que a que vem se observando este ano.
Com este peso das renováveis, 57,9% da energia gerada foi por meio de tecnologias que não emitem CO2.
O Ministério da Indústria detalhou esta semana que em 2010 as tecnologias "limpas" foram a principal fonte de geração elétrica na Espanha e representaram 13,2% da energia final gerada, quase um ponto porcentual acima dos 12,3% registrados em 2009." em http://www.cimm.com.br/portal/noticia/exibir_noticia/7844-energia-elica-supera-nuclear-em-maro-na-espanha .
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Governo volta a discutir Código Florestal na próxima semana
O governo vai voltar a discutir na próxima quinta-feira (14) a reforma do Código Florestal Brasileiro. A informação foi dada pelo ministro Wagner Rossi (Agricultura).
O tema foi discutido ontem em uma reunião no Palácio do Planalto, que teve a presença de Wagner Rossi, Antonio Palocci (Casa Civil), Izabella Teixeira (Meio Ambiente) e Afonso Florence (Desenvolvimento Agrário). Segundo Rossi, o balanço da reunião foi positivo.
Vote na enquete sobre o Código Florestal
"Houve um avanço muito grande. Acho que estamos muito próximos de um consenso possível. Claro que algumas questões pontuais terão de ir a voto. Cabe ao Congresso Nacional decidi-las", explicou.
Perguntado se Palocci concorda com a votação do Código já na próxima semana, o ministro disse que isso não entrou em discussão. "Foi marcada uma nova reunião sobre pontos que foram levantados e para as quais cada um de nós vai buscar novos argumentos e informações. Isso para que possamos fechar os últimos pontos sobre os quais ainda há alguma divergência", disse.
Por:
http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/899671-governo-volta-a-discutir-codigo-florestal-na-proxima-semana.shtml
O tema foi discutido ontem em uma reunião no Palácio do Planalto, que teve a presença de Wagner Rossi, Antonio Palocci (Casa Civil), Izabella Teixeira (Meio Ambiente) e Afonso Florence (Desenvolvimento Agrário). Segundo Rossi, o balanço da reunião foi positivo.
Vote na enquete sobre o Código Florestal
"Houve um avanço muito grande. Acho que estamos muito próximos de um consenso possível. Claro que algumas questões pontuais terão de ir a voto. Cabe ao Congresso Nacional decidi-las", explicou.
Perguntado se Palocci concorda com a votação do Código já na próxima semana, o ministro disse que isso não entrou em discussão. "Foi marcada uma nova reunião sobre pontos que foram levantados e para as quais cada um de nós vai buscar novos argumentos e informações. Isso para que possamos fechar os últimos pontos sobre os quais ainda há alguma divergência", disse.
Por:
http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/899671-governo-volta-a-discutir-codigo-florestal-na-proxima-semana.shtml
quarta-feira, 30 de março de 2011
Brasileiros estão mais preocupados com o Meio Ambiente
Em pesquisa realizada de 25 a 27 de setembro deste ano, ouvindo 2002 pessoas com mais de 16 anos, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Ibope procuraram traçar um retrato da sociedade brasileira com relação ao clima. Uma das conclusões é que os brasileiros estão mais preocupados com esse tema do que no ano passado. Cinquenta e um por cento das pessoas ouvidas aceitariam pagar mais por produtos ecologicamente corretos, mas apenas 11% fazem esta opção na hora da compra. É a ratificação de uma velha teoria: é grande a distância entre intenção e gesto.
É interessante notar que a pesquisa mostrou uma tendência maior de preocupação quanto mais elevado é o nível educacional da pessoa. A preocupação também é maior entre os mais jovens e entre aqueles que moram na Região Sudeste.
A maioria dos entrevistados (44%) se mostrou muito preocupado com o desmatamento, e no corte por estratos socioeconômicos as menções ao desmatamento foram feitas muito mais pelas pessoas de maior escolaridade e com renda mais elevada. Isso mostra um dos muitos paradoxos, já que são pessoas que têm maior poder de consumo e, por isso mesmo, também têm maior condições de alavancar mudanças de hábitos.
Lixo e esgoto foram apontados como os maiores vilões da poluição do meio ambiente. A pesquisa optou por distinguir entre fumaça saída dos canos dos automóveis e fumaça saída de chaminés da indústria: ambas são mais apontadas do que o desmatamento, como causadoras de poluição ambiental.
Trinta por cento dos entrevistados defendem que é preciso proteger o meio ambiente, mesmo que isso dificulte o crescimento econômico. Mas 47% acreditam que é possível conciliar as duas coisas. 71% evitam o desperdício de água e apontam esse como um cuidado básico para proteger o meio ambiente. E aqui aparece um percentual interessante: 6% dos entrevistados afirmaram que têm carro mas o deixam em casa para não ajudar a poluir ainda mais.
por:http://oglobo.globo.com/blogs/razaosocial/posts/2010/12/27/brasileiros-estao-mais-preocupados-com-aquecimento-global-352245.asp
É interessante notar que a pesquisa mostrou uma tendência maior de preocupação quanto mais elevado é o nível educacional da pessoa. A preocupação também é maior entre os mais jovens e entre aqueles que moram na Região Sudeste.
A maioria dos entrevistados (44%) se mostrou muito preocupado com o desmatamento, e no corte por estratos socioeconômicos as menções ao desmatamento foram feitas muito mais pelas pessoas de maior escolaridade e com renda mais elevada. Isso mostra um dos muitos paradoxos, já que são pessoas que têm maior poder de consumo e, por isso mesmo, também têm maior condições de alavancar mudanças de hábitos.
Lixo e esgoto foram apontados como os maiores vilões da poluição do meio ambiente. A pesquisa optou por distinguir entre fumaça saída dos canos dos automóveis e fumaça saída de chaminés da indústria: ambas são mais apontadas do que o desmatamento, como causadoras de poluição ambiental.
Trinta por cento dos entrevistados defendem que é preciso proteger o meio ambiente, mesmo que isso dificulte o crescimento econômico. Mas 47% acreditam que é possível conciliar as duas coisas. 71% evitam o desperdício de água e apontam esse como um cuidado básico para proteger o meio ambiente. E aqui aparece um percentual interessante: 6% dos entrevistados afirmaram que têm carro mas o deixam em casa para não ajudar a poluir ainda mais.
por:http://oglobo.globo.com/blogs/razaosocial/posts/2010/12/27/brasileiros-estao-mais-preocupados-com-aquecimento-global-352245.asp
sexta-feira, 11 de março de 2011
Cidades do entorno da Baía de Guanabara terão plano de saneamento.
As cidades que ficam no entorno da Baía de Guanabara garantiram, na tarde desta terça-feira, financiamento de R$ 4,5 milhões para a criação de seus planos de saneamento. A decisão foi aprovada no Comitê da Região Hidrográfica da Baía de Guanabara. Metade do dinheiro virá do Fundo Estadual de Conservação Ambiental e Desenvolvimento Urbano (Fecam). O restante será do Fundo Estadual de Recursos Hídricos do estado do Rio (Fundrhi).
Os planos são fundamentais para a realização das obras de saneamento. Além disso, a meta da Secretaria estadual do Ambiente é aumentar o percentual de esgoto tratado de 30% para 60% nos próximos quatro anos. A licitação deve ser feita daqui a 20 dias. Minc espera, ainda que até julho todas as cidades do estado já tenham seus planos de saneamento em andamento.
- Não temos grana para atingir a meta do saneamento. Por isso o percentual do Fecam vai passar de 5% para 10%. Também é necessário correr atrás dos planos municipais de saneamento. Os municípios têm dificuldades. Então, organizamos recursos do Fecam e do Fundrhi. Além disso, na licitação, serão feitos três blocos. Ficaria mais caro fazer um a um - disse o Secretário de Ambiente, Carlos Minc.
O presidente do Comitê da Baía de Guanabara, vice-prefeito do Rio e Secretário municipal de Meio Ambiente, Carlos Alberto Muniz, explica que a capital já tem seu plano de saneamento.
- Niterói e Maricá têm os meios para fazer seus planos, decorrentes da compensação do Comperj. Sombram 12 cidades, que tiveram recursos aprovados nesta terça em plenária do Fundrhi. A função do plano é tratar das questões relativas ao saneamento, drenagem, lixo e uso do solo. É fundamental para os municípios, com seus planos diretores, disputarem recursos do PAC 2. Acho que conseguiremos executar 30% (de tratamento de esgoto em quatro anos) - disse Muniz.
A presidente do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Marilene Ramos, explica que o plano de saneamento é um instrumento definido pela Lei Nacional de Saneamento:
- Esse é um instrumento recente que exige dos municípios os seus planos de saneamento. O Inea faz parte da política de viabilizar recursos e apoio técnico para os planos municipais. Para os 52 municípios do Comitê do Paraíba do Sul, estamos com recursos assegurados, vamos direcionar da cobrança do uso da água.
Para dobrar o tratamento de esgoto no estado, o secretário disse ainda contar com R$ 800 milhões do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), com contrapartida de R$ 330 milhões do estado. O BID analisa o pedido do empréstimo feito 15 anos depois do banco conceder pelo menos R$ 1,8 milhões para o Programa de Despoluição da Baía de Guanabara (PDBG).
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/mat/2011/02/15/cidades-do-entorno-da-baia-de-guanabara-terao-planos-de-saneamento-923812000.asp#ixzz1MqDSpJUY
Os planos são fundamentais para a realização das obras de saneamento. Além disso, a meta da Secretaria estadual do Ambiente é aumentar o percentual de esgoto tratado de 30% para 60% nos próximos quatro anos. A licitação deve ser feita daqui a 20 dias. Minc espera, ainda que até julho todas as cidades do estado já tenham seus planos de saneamento em andamento.
- Não temos grana para atingir a meta do saneamento. Por isso o percentual do Fecam vai passar de 5% para 10%. Também é necessário correr atrás dos planos municipais de saneamento. Os municípios têm dificuldades. Então, organizamos recursos do Fecam e do Fundrhi. Além disso, na licitação, serão feitos três blocos. Ficaria mais caro fazer um a um - disse o Secretário de Ambiente, Carlos Minc.
O presidente do Comitê da Baía de Guanabara, vice-prefeito do Rio e Secretário municipal de Meio Ambiente, Carlos Alberto Muniz, explica que a capital já tem seu plano de saneamento.
- Niterói e Maricá têm os meios para fazer seus planos, decorrentes da compensação do Comperj. Sombram 12 cidades, que tiveram recursos aprovados nesta terça em plenária do Fundrhi. A função do plano é tratar das questões relativas ao saneamento, drenagem, lixo e uso do solo. É fundamental para os municípios, com seus planos diretores, disputarem recursos do PAC 2. Acho que conseguiremos executar 30% (de tratamento de esgoto em quatro anos) - disse Muniz.
A presidente do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Marilene Ramos, explica que o plano de saneamento é um instrumento definido pela Lei Nacional de Saneamento:
- Esse é um instrumento recente que exige dos municípios os seus planos de saneamento. O Inea faz parte da política de viabilizar recursos e apoio técnico para os planos municipais. Para os 52 municípios do Comitê do Paraíba do Sul, estamos com recursos assegurados, vamos direcionar da cobrança do uso da água.
Para dobrar o tratamento de esgoto no estado, o secretário disse ainda contar com R$ 800 milhões do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), com contrapartida de R$ 330 milhões do estado. O BID analisa o pedido do empréstimo feito 15 anos depois do banco conceder pelo menos R$ 1,8 milhões para o Programa de Despoluição da Baía de Guanabara (PDBG).
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/mat/2011/02/15/cidades-do-entorno-da-baia-de-guanabara-terao-planos-de-saneamento-923812000.asp#ixzz1MqDSpJUY
sábado, 5 de março de 2011
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Que todos se dediquem para lutar pelo nosso futuro. Feliz 2011!
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