sexta-feira, 19 de junho de 2009

Aquecimento da polêmica Global.

O clima do nosso planeta pode ser tudo, menos simples. Todos os tipos de fatores influenciam, desde o Sol ao crescimento de criaturas microscópicas nos oceanos, isso sem contar os subprodutos das interações entre outros fatores.

Muitas discussões tem sido feitas em relação a atuação do homem na alteração do clima. Um dos que mais chama a atenção é o aquecimento global, que tem seus holofotes voltados para a emissão de CO2 na atmosfera.

Porém, a mídia pode ser uma faca de dois gumes para as questões ambientais, mascarando certas informações, muda-se totalmente o sentido de um projeto todo.

Uma questão muito debatida é o efeito estufa, que tem como agente os gases, como o CO2.Isso porque ele absorve e emite radiação infravermelha e sem esse fenômeno para prender a radiação, o planeta teria uma temperatura muito menor. O CO2 é só mais um de muitos gases que formam o efeito estufa, que é só mais um dos fatores climáticos. Não há razão para esperar uma correlação perfeita entre os níveis de dióxido de carbono e a temperatura no passado, pois seria incorreto desconsiderar os outros fatores que acompanham as mudanças.

Os dados existem para provar, como por exemplo, a emissão produzida pelo homem é muito pequena, se comparado a fontes da natureza. Porém, na própria natureza, há um equilíbrio, e o dióxido de carbono produzido, é absorvido, principalmente pela fauna marinha. Já a ação humana, causa um desequilíbrio, e mesmo sendo em quantidades infinitamente menores, o ambiente não é capaz de absorver todo o CO2 produzido e lentamente, sua concentração aumenta.

Agora o quadro está completo, temos a frase "a emissão de CO2 é pequena se comparado a fontes da natureza". Ai que entra a polêmica nos veículos de comunicação, divulgando ou não, o restante das informações.

Por isso, hoje em dia a arma mais poderosa para lutar a favor do meio ambiente, é a informação. E cabe a nós, os que têm tais informações, passar a diante.

Por Renan Oliveira Rodrigues, MAM 231

Ambientalista transforma cifra do carbono na atmosfera em campanha.

Adaptado da folha de São Paulo, 3 de maio de 2009.

"O número 350 é o mais importante do planeta", diz o escritor e ambientalista americano Bill McKibben, 48. Essa cifra, diz, significa "segurança climática". Neste caso, ele se refere ao limite de concentração de carbono na atmosfera que o mundo deve adotar para evitar uma catástrofe ambiental, medido em partes por milhão.

McKibben lidera um grupo que pretende disseminar o "350" pelo mundo como palavra de ordem. O nível atual de concentração já é maior do que isso: 381 ppm. No período pré-industrial era de 278 ppm.

No mês passado, militantes da campanha que adota o lema estiveram em Bonn (Alemanha) para protestar durante a reunião em que os países começaram a negociar suas metas de redução de gases-estufa. O acordo será fechado em dezembro, em Copenhague.

As informações que alavancaram essa campanha foram tiradas de estudos da Nasa. Quando o gelo do Ártico derreteu tão rápido no verão de 2007, cientistas constataram que qualquer quantidade de carbono na atmosfera que exceda 350 partes por milhão é demais. E isso é uma má notícia, porque agora já estamos em 387 partes por milhão e em crescimento constante. O mundo é como um paciente que vai ao médico e ouve: "Sua pressão está muito alta". Sem reduzi-la, pode ocorrer acidente vascular cerebral. E o planeta já começou a ter AVCs -é por isso que o Ártico está derretendo, que grandes secas já atingiram muitas partes do mundo, que os mosquitos da dengue têm se alastrado tão rápido.

A disseminação desta idéia é através do site (www.350.org) e no dia 24 de outubro, que é o Dia Internacional da Ação Climática, farão milhares de protestos criativos para comunicar esse número.

Por Bruna Almeida, MAM 231

Rapidinhas Gerais

Dia da Mata Atlântica marca desafio de proteger o que ainda resta: Maiores remanescentes contínuos do país, parques paulistas iniciam testes para criar sistema de monitoramento dos impactos da visitação.

Programa de compras responsáveis de madeira do Acre começa a sair do papel: Seminário em Rio Branco reuniu governo, empresários e ONGs de várias partes do Brasil para trocar experiências e definir primeiros passos de política pública para acabar com ilegalidade nas aquisições públicas de produtos madeireiros no estado acreano

Soja adota salvaguardas ambientais: Representantes dos setores de produção, industrialização e comercialização da soja deram, hoje, um passo importante para a adoção de boas práticas socioambientais de produção, buscando reverter um passado de desmatamento, concentração de terras, desalojamento de comunidades tradicionais e destruição de habitats naturais em todo o mundo

Bacias hidrográficas e as cartas na mesa: como contornar conflitos: WWF-Brasil promove curso de gestão de conflitos de olho na qualidade dos debates dentro dos organismos de bacias hidrográficas.

Senso Crítico

Acho engraçado quando pregam uma bandeira de bom samaritano em uma ONG, ou em alguma empresa, que nossa!, está economizando água para produzir determinado bem.

Acredito que a maioria das pessoas (digo isso porque eu mesma era assim) bate palma para empresas que fazem grandes propagandas sobre o meio ambiente, - “nossa, essa empresa é mesmo ótima! Ela reduziu o gasto de energia elétrica e de água! Tudo isso para o bem do meio ambiente”-. Será?

Já parou para pensar que reduzindo esses gastos, A EMPRESA paga menos conta de luz e água. E reutilizando ou reciclando o material descartado então? A empresa deixa de comprar mais material, barateia a produção e cobra mais caro pelo produto ser “ecologicamente correto”.

Sem falar nas ONG’s, que nossa, são vistas como salvadoras do mundo. Será mesmo que uma ONG que faz um cartaz enorme de plástico dizendo “Não utilizem plástico!”, “Salve a Amazônia” ou ainda “Salve a Mata Atlântica” pode ser levada a sério?

É importante, principalmente nós, como técnicos dessa área, sabermos o que realmente está acontecendo, buscar relatórios nas empresas e ONG’s que digam o que e como estão fazendo todo esse sistema ser “ecológico”, além de analisar com frieza as propagandas e ter sensibilidade para notar o que não passa de uma auto propaganda ou de algo realmente sério.

Por Ana Beatriz Machado, MAM 251

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Quadrinhos e o meio ambiente






Greenpeace e a luta contra o aquecimento global

Para tornar o debate sobre o aquecimento global e o futuro do planeta mais acessíveis à população, o Greenpeace lançou nesta quarta-feira, no Rio de Janeiro, o projeto Mude o Clima!, com um evento no Teatro Odisséia, no tradicional bairro da Lapa. A idéia central da campanha é envolver celebridades, artistas e cidadãos em geral na luta contra o aquecimento global e seus efeitos negativos no planeta.
“O alarme sobre o aquecimento global já soou nos gabinetes governamentais e laboratórios científicos. O desafio agora é conscientizar as pessoas", afirma Rebeca Lerer, coordenadora da campanha de clima e energia do Greenpeace Brasil. O projeto Mude o Clima! estréia com uma página na internet. Ela traz um roteiro com dicas para que as pessoas possam lutar contra as mudanças climáticas em casa, na escola e no trabalho, e conta com podcasts, um blog e ferramentas interativas, como uma experiência virtual em que você pode sentir os efeitos do aquecimento global.O objetivo é mostrar que todo mundo pode agir. "Não adianta só assistir as notícias trágicas na TV e continuar como se nada estivesse acontecendo. Ao economizar luz e água, usar transporte de forma mais eficiente e combater o desmatamento da Amazônia, todo mundo poder dar sua contribuição para deter o aquecimento global."
O destaque do site é a área de podcasts. Além de aplicações interativas, os interessados poderão agora agendar exibições públicas do documentário do Greenpeace sobre os impactos das mudanças climáticas no Brasil: Mudanças do clima, mudanças de vidas. Na área de downloads os destaques são as músicas. "Os artistas estão licenciando o uso destas canções como apoio ao projeto", diz Rebeca. No lançamento, músicas de Mad Professor (mestre do Dub inglês), Fuzzy Project, Afonjah e Os Irreversíveis.
Além do conteúdo on-line, o projeto Mude o Clima! vai gerar atividades nas ruas em datas especiais. Durante a semana do meio ambiente, em junho, o Greenpeace deve promover passeios ciclísticos com o tema aquecimento global em várias cidades brasileiras.

Aprenda a Economizar Energia Brincando!

A Casa Eficiente é um jogo desenvolvido com o intuito de mostrar o desperdício e seus respectivos impactos no meio ambiente dentro de uma casa. O jogador precisa encontrar maneiras de economizar energia e diminuir os danos no meio ambiente.  Quanto menor o desperdício, maior a pontuação. Vence o jogo quem diminuir ao máximo o nível de desperdício na casa.
Jogue e aprenda pelo link: http://jogos.wwf.org.br/casaeficiente/

Rapidinhas Gerais

ARTIGO: A ilusão dos números 
Modelagens e números servem a diversos propósitos em nossa sociedade. No debate sobre o setor elétrico é frequente o uso inadequado de variáveis como argumentos para justificar diversas políticas de planejamento e expansão do setor elétrico brasileiro sem considerar os componentes socioambientais de cada fonte geradora de energia.

Gradual lança fundo de investimentos que reverterá recursos para a conservação da natureza 
O WWF-Brasil e a Gradual Investimentos fizeram parceria corporativa e criaram o Fundo Gradual Amazônia Viva FI Renda Fixa, que tem como meta garantir recursos para projetos que visam a promover a conservação da natureza e o uso sustentável dos recursos naturais.

WWF-Brasil e governo do Pará fazem parceria 
O acordo de cooperação técnica assinado com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente tem como meta o fortalecimento da gestão das unidades de conservação estaduais

Fundo de investimento de renda fixa ajudará criação, implementação e gestão de unidades de conservação na Amazônia 
Na quinta feira, dia 5 de março, foi lançado o Fundo Gradual Amazônia Viva, uma iniciativa que visa promover a conservação da natureza e o uso sustentável dos recursos naturais por meio do apoio à criação, implementação e gestão de unidades de conservação (UCs) na Amazônia. O fundo é fruto de uma parceria entre o WWF-Brasil e a Gradual Investimentos e tem o objetivo de captar R$ 100 milhões até o fim do ano.

Rapidinhas Gerais

ARTIGO: A ilusão dos números 
Modelagens e números servem a diversos propósitos em nossa sociedade. No debate sobre o setor elétrico é frequente o uso inadequado de variáveis como argumentos para justificar diversas políticas de planejamento e expansão do setor elétrico brasileiro sem considerar os componentes socioambientais de cada fonte geradora de energia.

Gradual lança fundo de investimentos que reverterá recursos para a conservação da natureza 
O WWF-Brasil e a Gradual Investimentos fizeram parceria corporativa e criaram o Fundo Gradual Amazônia Viva FI Renda Fixa, que tem como meta garantir recursos para projetos que visam a promover a conservação da natureza e o uso sustentável dos recursos naturais.

WWF-Brasil e governo do Pará fazem parceria 
O acordo de cooperação técnica assinado com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente tem como meta o fortalecimento da gestão das unidades de conservação estaduais

Fundo de investimento de renda fixa ajudará criação, implementação e gestão de unidades de conservação na Amazônia 
Na quinta feira, dia 5 de março, foi lançado o Fundo Gradual Amazônia Viva, uma iniciativa que visa promover a conservação da natureza e o uso sustentável dos recursos naturais por meio do apoio à criação, implementação e gestão de unidades de conservação (UCs) na Amazônia. O fundo é fruto de uma parceria entre o WWF-Brasil e a Gradual Investimentos e tem o objetivo de captar R$ 100 milhões até o fim do ano.

Rapidinhas do Governo

- Governo vai monitorar impacto do aquecimento global sobre o Nordeste.
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- Ministério defende turismo sustentável para o meio norte.
Leia Mais:

- Fórum das Águas debate o futuro do planeta.
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- Cerrado será incluído no Inventário Nacional de Floresta.
Leia Mais:

- Tecnologia brasileira substitui brometo de metila na agricultura familiar.
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Semana da Química

Alunos, fiquem de olho na abertura das inscrições da semana da química!
Mostrem seus projetos e ideias para seus professores e escolha um como orientador.
Alunos novos, peçam ajuda para seus professores, busquem assuntos interessantes sobre o seu curso, tecnologia e química e não deixem de participar da Semana Química!
E não se esqueçam: existe um período certo de inscrição dos projetos! Fiquem atentos!

Plástico é um SACO!

Esse novo projeto “Plástico é um saco” organizado pela Professora Roseantony Rodrigues Bouhid e pela aluna
Raíssa Carvalho Martins do 7º período de meio ambiente, consiste em criar um discurso sobre o uso indiscriminado do plástico na sociedade em que vivemos.

No dia 28/05/2009, na Semana da Cultura, haverá uma peça teatral e uma apresentação em multimídia sobre utilização de plástico e consumo responsável para maior conscientização dos alunos, professores, funcionários e visitantes. Esta atividade será livre para todos que estiverem dispostos a mudarem seus hábitos para melhor!
Haverá também nesse dia, a troca de alimentos não perecíveis por sacolas ecologias, as famosas “Ecobags”, e todos os alimentos arrecadados serão doados para instituição de caridade e cooperativa de catadores de lixo da região.
Não deixe de participar e chamar sua família e amigos! O meio ambiente precisa ser protegido, e para isso nós precisamos mudar alguns pequenos hábitos. A mudança começa a partir de cada um de nós. Faça sua parte.

sábado, 28 de fevereiro de 2009

COMBO!

Esta edição será especial. Devido às férias, essa edição vem com reportagens de janeiro e fevereiro.

Rapidinhas


ONGs e empresas discutem conservação do Pantanal
Empresas e Ongs se reúnem para definir medidas a serem tomadas para diminuir os impactos socioambientais causados pelo pólo Minero-Industrial de Corumbá e Ladário (MS).
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Hora do Planeta 2009 atinge novo recorde de adesão mundial
Faltam oito semanas para a realização da Hora do Planeta 2009 e o evento já conta com a adesão de cidadãos, empresas e autoridades de 375 cidades em 74 países, que se comprometeram a desligar as luzes e mantê-las apagadas durante sessenta minutos, a partir das 20h30min, em 28 de março, em um ato simbólico de combate ao aquecimento global.
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Prefeitura apaga as luzes de ícones cariocas
O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, anuncia que desligará as luzes de monumentos cariocas como o Cristo Redentor, o Pão de Açúcar, o Parque do Flamengo e a orla de Copacabana, que terá a segurança reforçada pelas autoridades competentes. O Jockey Club também confirma sua participação.
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Salve os corais


Os recifes de corais são importantíssimos para o turismo, para a vida marinha e até para nossa vida. Porém, muita gente não sabe que cerca de um terço desse recife está ameaçado pela pesca predatória, poluição e pelo aquecimento global. Os corais servem de habitat para mais de 25% de toda vida marinha. No Caribe, está concentrado a maior parte de corais ameaçados. A pesca predatória atrapalha na cadeia alimentar da vida marinha, a poluição não deixa com que eles se desenvolvam, pois os corais necessitam de uma água limpa. O aquecimento global causa uma mudança climática que leva o coral a ficar branco e morrer, esse fenômeno é chamado de branqueamento de coral. É melhor tomarmos as melhores providências rapidamente ou então perderemos de vez essas lindas criaturas que habitam os nossos oceanos.

Renan Horisawa Rossi - MAM241

HEMORIO


Mesmo sendo o carnaval uma época de comemoração, festa e divertimento, muitos acidentes acontecem e o HEMORIO precisa da sua colaboração.
Se você tem entre 18 e 65 anos e pesa mais de 50 Kg, adote essa idéia: Doe sangue.
Mais informações: 0800-2820708

“Você pode participar doando sangue e/ou divulgando a importância da doação de sangue.” (HEMORIO)

A menor toalha do mundo

Mais fina que um fio de cabelo, a nanotoalha é nova arma contra a poluição
A nanotecnologia é a chamada porta para o futuro. Com ela, os cientistas podem, em laboratório, "desmontar" o quebra-cabeça molecular de estruturas e "construir" átomo por átomo (os nossos maravilhosos tijolos da vida) novas formas tecnológicas. Surgem assim, a cada dia, soluções que eram até então inimagináveis. Servem de exemplo os tecidos resistentes a manchas e que não amassam, a nano-cola capaz de unir qualquer material a outro, o tratamento tópico de herpes e as raquetes superleves para tenistas. Nessa leva de invenções, nenhuma outra, no entanto, foi tão aguardada como a nanotoalha de papel capaz de auxiliar na solução das conseqüências daquele que é um dos mais graves problemas de poluição dos mares: o vazamento de petróleo.
100 milionésimos de milímetro é o diâmetro de cada fio que compõe a nanotoalha. A nanotoalha se compõe de membranas extremamentes finas, com base em nanofios, e tem a capacidade de absorver petróleo, em caso de poluição acidental de determinados ambientes.
Ela foi criada em um dos mais avançados centros de pesquisa do mundo, o Massachusetts Institute of Technology-MIT, nos EUA, e a sua camada é capaz de absorver petróleo até 20 vezes o seu peso - com a vantagem de que pode ser reutilizada. Esse novo material é formado por fios de 20 nanômetros, que são estruturas tubulares com diâmetro milhares de vezes menor que a cabeça de um alfinete e mais finas que um fio de cabelo, com poros que permitem a absorção do petróleo. Ele é também recoberto por uma película que impede a entrada de água. "É incrível descobrir um tipo de tecido que, inteligentemente, selecione os líquidos que irá absorver. Essa é a característica dos nanotubos", disse o responsável pelo estudo, Francesco Stellacci, professor de ciência dos materiais no MIT. A descoberta permitirá que acidentes como o naufrágio do Exxon Valdez, que carregava 35 mil toneladas pelo Alasca em 1989 (um dos piores desastres ambientais), sejam solucionados. Naquela época, o vazamento atingiu dois mil quilômetros de praia, matando 250 mil aves marinhas, lontras e salmões. Foram gastos US$ 6 bilhões para limpar a região.
Fonte - Revista ISTO É.

Larissa Melo – MAM 231

Rapidinhas da Amazônia


Google trabalha em ferramenta global para vigiar desmatamento
Chamado inicialmente de Google Forest, projeto foi anunciado em reunião no Inpe. Leia mais

Zoneamento ecológico da BR-163 ainda depende de decreto de Lula
Novas regras diminuem reserva legal de 80 para 50% em algumas áreas da Amazônia. Leia mais

Funai: há relatos de contato entre madeireiros e índios isolados
Encontro com tribos sem comunicação do MA pode trazer doenças e destruir cultura. Leia mais

Papel Plantável


Depois de usada, folha germinável pode se transformar em gramas, flores e temperos.
Uma solução bem criativa que pode ajudar a diminuir a quantidade de lixo de papel. Já existem mais de 40 variedades de papéis germináveis, feitos com várias espécies de sementes que se transformam em grama, flores e temperos e podem ser comprados na internet.
O papel germinável ainda não substitui o industrial, mas vende bem um mercado mais específico (como embalagens e cartões) e não é muito caro, custando o mesmo que o reciclado (R$0,90 o tamanho A4). Sua grande vantagem é a sustentabilidade, já que, comparado ao industrial, reduz em até 70% o consumo de energia, em 35% ou mais a poluição de água e necessita menos 55% de água durante a fabricação. Considerando os 15,2 trilhões de páginas impressas em 2006, número que ainda cresce nos próximos anos, o papel germinável parece ser uma boa saída.
Ainda há outras invenções ecológicas e criativas. Como o papel de cocô de elefante, que é aproveitado das fibras que o elefante não digere, não fede e já está no mercado desde 2002, em 16 países. E como o papel apagável, que é composto por moléculas especiais que mudam de forma quando expostas aos raios ultra violeta emitidos pela impressora, se auto-apagando em 24 horas e podendo ser reutilizado até 100 vezes. Até então, este não está no mercado.

Fonte: Revista Galileu

Débora Raposo MAM 241

Rio de Janeiro SEM DENGUE!


No site do Rio Contra Dengue você encontra maneiras de evitar esta doença, os sintomas causados, as decisões certas a tomar quanto a doença além de curiosidades e vídeos interativos.
O link do site é: http://www.riocontradengue.com.br/
E o telefone para denúncia de focos de dengue é 0800 941 7700. Ajude o Rio com essa batalha. Salve vidas.

Rapidinhas do Governo


• Avança implementação do ZEE [Zoneamento Ecológico-Econômico] na Amazônia Legal.
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• Minc fala aos prefeitos sobre saneamento e Amazônia. Leia Mais

• Regularização fundiária na Amazônia Legal tem garantias para o meio ambiente
Leia Mais

• Governo quer parceria com prefeitos para conter desmatamento
Leia Mais


Na foto: Carlos Minc, Ministro do Meio Ambiente.

Humanos já usam mais de 130% do planeta, diz relatório


O Living Planet Report, um relatório bianual que mede o que chamam de “pegada ecológica” da humanidade, delatou que a humanidade utilizou um excesso de 30% dos recursos que o planeta tem a nos oferecer, de forma sustentável, com relação a bens e serviços. As crises do clima e da biodiversidade – ambas correlacionadas – são algumas conseqüências deste modo de viver do ser humano, dizem a WWF e a Sociedade Ecológica de Londres, autoras do relatório.

Consta no documento que cada ser humano precisa de 2,7 hectares de área biologicamente produtiva da Terra para sobreviver. Dentro dessa delimitação, inclui-se tudo, desde frutos e animais para alimentação individual (provenientes de rios e oceanos e de áreas agrícolas), até florestas para renovação dos gases e obtenção de madeira para construções. Isso é a pegada ecológica de cada pessoa. A pegada dos brasileiros, por exemplo, já chega a 2,4 hectares. O problema é que a área biologicamente produtiva da Terra é de apenas 2,1 hectares por pessoa.

Esses números que extrapolaram a quantidade máxima começaram a surgir em meados de 1980, e nos últimos 45 anos, a pegada atingiu números superiores ao dobro da pegada da época, devido ao crescimento da população e ao padrão de consumo. Atualmente, mais de 3/4 da população atingiu números excessivos em suas pegadas ecológicas.

As maiores pegadas são provenientes dos EUA e da China, que juntos conseguem somar 21% da biocapacidade terrestre, embora a pegada de um chinês média seja muito menor que a de um norte-americano médio. Países emergentes, como Brasil, Indonésia e África de Sul estão aumentando cada vez mais suas pegadas ecológicas, diz o relatório.

Outro índice que foi avaliado mede o estado de saúde dos ecossistemas. Nele, as conclusões foram bastante diferentes para as regiões tropicais e as zonas temperadas. Enquanto nos trópicos houve um declínio de 51% no aumento em populações de vertebrados de 1971 a 2005, nas zonas temperadas houve 6% de aumento nas populações.

Isso nos leva a repensar sobre o quanto o ser humano consome os recursos a ele dados de forma abusiva, sem ao menos imaginar o grau das conseqüências que podem ser geradas com esta falta de administração. Enquanto todos almejarem comprar produtos modernos que lhes conceda mais conforto e sedentarismo, as pegadas ecológicas não irão parar de crescer.

FONTE: Folha de São Paulo

Daniel Silva Barbutti MAM 241

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Edição de Dezembro - Especial MAM 231

A partir do incentivo da professora Roseantony, de química inorgânica, alunos da turma MAM 231 participaram de um concurso, no qual as melhores redações sobre temas ambientais ganhariam um espaço no Boletim de Meio Ambiente. As redações escolhidas estão distribuídas nessa e na próxima edição.

Parabéns a todos os alunos que participaram!

Bancos Digitais


A equipe da Universidade de Shangai, desenvolveu um novo método de reciclagem que pode transformar os aparelhos eletrônicos em "bancos digitais". Mesmo que os metais contidos nesses aparelhos (ouro, cobre,
alumínio) já sejam reciclados, grande parte dos materiais não-metálicos, todavia são jogados em aterros sanitários o que corresponde a cerca de 3% do lixo eletrônico. O grande problema é que esses metais
presentes, penetram no solo, podendo causar grandes prejuízos à saúde e à agropecuária. Eles alcançam os lençóis freáticos que deságuam em rios, mares, oceanos, contaminando os consumidores dessa água e também
os seres aquáticos.
Os pesquisadores da Universidade desenvolveram um processo industrial que reciclará esses materiais não-metálicos, transformando-os em um material intermediário que poderá ser utilizado na fabricação de bancos para parques e praças, grelhas para esgoto e
cercas.
Esses materiais, também poderão servir de substitutos para madeira e outros materiais estruturais, uma vez que eles são tão resistentes quanto concreto armado, devido à presença de resinas e outros materiais de fibra que compõe as placas de circuito impresso.

Lorena Alves - MAM 231

sábado, 20 de dezembro de 2008

Astronautas se entusiasmam com máquina que transforma urina em água potável.


Astronautas penaram para consertar um equipamento designado a converter urina e suor em água potável, o que é vital para permitir que a equipe da estação espacial internacional possa ser dobrada para seis pessoas.
O sistema de recuperação de água,é essencial para permitir que seis astronautas possam viver na estação até o meio do ano que vem.
"Sem a possibilidade de podermos reciclar urina, teremos menos capacidade," (Fincke)
O comandante da estação Michael Fincke e o astronauta do shuttle espacial Endeavour, Donald Pettit mudaram como a centrifuga é montada para um processador de urina, que é parte do sistema, recentemente entregue, de recuperação de água de US$ 154 milhões. A centrifuga é um dispositivo rotatório que separa a água da urina.
Controladores de vôo estavam encorajados na noite de Domingo, quando o primeiro teste foi feito após os reparos e não mostrou nenhum problema imediato.
Caso houvesse algum problema, como ultimo recurso, o shuttle espacial Endeavour poderia trazer a parte problemática de volta à Terra para reparos.
Esta opção poderia complicar os planos de adicionar membros à estação, uma vez que diversas amostras de água precisem ser trazidas para testes antes que os astronautas possam beber do experimento.

Fonte:
Nasa -

Yahoonews -

Perez Hilton -

Marcella Rica - MAM 231

Descoberto "Equador Químico" separando poluição entre os hemisférios


Cientistas na Universidade de York descobriram um Equador químico que divide o ar poluído do hemisfério Norte da atmosfera pela maior parte não contaminada do hemisfério do sul. Esta descoberta mostra, pela primeira vez que os limites químicos e meteorológicos entre as duas massas de ar não são os mesmos. Isto fornecerá indícios importantes para ajudar os cientistas nas simulações do movimento dos poluentes na atmosfera, e para avaliar o impacto da poluição no clima.

Previamente, os cientistas acreditaram que a Zona Intertropical da convergência (ITCZ) deu forma ao limite entre o ar poluído do hemisfério Norte e o ar mais limpo do hemisfério do sul. Mas a pesquisa nova, encontrou diferenças enormes na qualidade do ar de cada lado do equador químico, que tinha 50 quilômetros de largura e bem ao norte do ITCZ. O estudo revelou esse monóxido de carbono, é aumentado de 40 porções por bilhão ao sul, a 160 porções por bilhão no norte. A diferença em níveis do poluente foi aumentada por incêndios florestais extensivos ao norte do limite e muito ao sul do ar puro do equador químico que está sendo puxado para o norte do Oceano Índico do sul por um ciclone terrestre em Austrália do norte.

Fonte

Mariana La Pasta MAM 231