quarta-feira, 30 de novembro de 2011
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Chevron culpa a geologia da região pelo vazamento
O presidente da Chevron para África e América do Sul, Ali Moshiri, classificou ontem a unidade brasileira da petroleira como uma das mais seguras do mundo. Ele culpou a configuração geológica da região do campo de Frade pelo vazamento de óleo que começou no dia 8.
"Lidamos com a mãe natureza, e a mãe natureza é complicada", disse Moshiri, após reunião com o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão.
A reportagem é de Sofia Fernandes e publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, 25-11-2011.
O executivo afirmou que o vazamento está controlado e que há menos de um décimo de barril de óleo depositado no mar. Ele afirmou que a operação de vedação do poço, na bacia de Campos (RJ), será concluída em meados de dezembro.
Questionado sobre as multas resultantes do vazamento, Moshiri se limitou a dizer que vai analisá-las. O Ibama multou a Chevron em R$ 50 milhões, a ANP (Agência Nacional do Petróleo) autuou a petroleira, e o governo do Rio de Janeiro anunciou que pretende penalizar a empresa.
O executivo da Chevron usou um discurso pacificador e afirmou que já pretendia interromper todas as perfurações no Brasil, antes mesmo da determinação da ANP.
Moshiri disse que a empresa acata as determinações e leis em todos os países onde atua, 150 no total. "Sempre respeitamos as decisões de qualquer governo."
PRÉ-SAL
Sobre o risco de a empresa ser excluída do pré-sal -como parceira da Petrobras -, o empresário falou que será paciente e aguardará os desdobramentos do vazamento.
O ministro Edison Lobão disse que a comitiva da Chevron com a qual esteve reunida se preocupou em mostrar que é inocente e não pediu cancelamento de multas.
Lobão ressaltou que, pela resolução da ANP, a petroleira americana está proibida de perfurar novos poços, mas aqueles que ela já explora continuarão em atividade.
O ministro afirmou ainda que o Brasil tem "portas abertas" ao capital estrangeiro, mas com limites. "O Brasil tem regras, respeita contratos, mas exige respeito a suas regras internas."
Lobão disse que o governo tem promovido reuniões técnicas para revisar os estudos para o plano de contingência.
O plano, que pretende dar atribuições claras para dez ministérios em casos de acidentes como o vazamento de óleo no Rio, tramita pelo governo desde 2003.
Ele não deu datas para o lançamento do projeto.
Fonte: IHU Unisinos
"Lidamos com a mãe natureza, e a mãe natureza é complicada", disse Moshiri, após reunião com o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão.
A reportagem é de Sofia Fernandes e publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, 25-11-2011.
O executivo afirmou que o vazamento está controlado e que há menos de um décimo de barril de óleo depositado no mar. Ele afirmou que a operação de vedação do poço, na bacia de Campos (RJ), será concluída em meados de dezembro.
Questionado sobre as multas resultantes do vazamento, Moshiri se limitou a dizer que vai analisá-las. O Ibama multou a Chevron em R$ 50 milhões, a ANP (Agência Nacional do Petróleo) autuou a petroleira, e o governo do Rio de Janeiro anunciou que pretende penalizar a empresa.
O executivo da Chevron usou um discurso pacificador e afirmou que já pretendia interromper todas as perfurações no Brasil, antes mesmo da determinação da ANP.
Moshiri disse que a empresa acata as determinações e leis em todos os países onde atua, 150 no total. "Sempre respeitamos as decisões de qualquer governo."
PRÉ-SAL
Sobre o risco de a empresa ser excluída do pré-sal -como parceira da Petrobras -, o empresário falou que será paciente e aguardará os desdobramentos do vazamento.
O ministro Edison Lobão disse que a comitiva da Chevron com a qual esteve reunida se preocupou em mostrar que é inocente e não pediu cancelamento de multas.
Lobão ressaltou que, pela resolução da ANP, a petroleira americana está proibida de perfurar novos poços, mas aqueles que ela já explora continuarão em atividade.
O ministro afirmou ainda que o Brasil tem "portas abertas" ao capital estrangeiro, mas com limites. "O Brasil tem regras, respeita contratos, mas exige respeito a suas regras internas."
Lobão disse que o governo tem promovido reuniões técnicas para revisar os estudos para o plano de contingência.
O plano, que pretende dar atribuições claras para dez ministérios em casos de acidentes como o vazamento de óleo no Rio, tramita pelo governo desde 2003.
Ele não deu datas para o lançamento do projeto.
Fonte: IHU Unisinos
Marcadores:
ministério meio ambiente,
poluição
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Seminário sobre Estratégias de Enfrentamento da Mudança do Clima
No dia 23 de novembro, o Sistema FIRJAN realiza o Seminário sobre Estratégias de Enfrentamento da Mudança do Clima no Estado do Rio.
Durante o encontro, serão apresentadas as ações das empresas em prol do combate à intensificação do efeito estufa. Além disso, será abordada a regulamentação da Política Estadual sobre Mudança do Clima e Desenvolvimento Sustentável, publicada em setembro.
O seminário será realizado na Sede do Sistema FIRJAN e contará com a presença de representantes da Secretaria de Estado do Ambiente, das empresas Siemens e Petrobras Biocombustível e do Instituto Aço Brasil.
Como participar
Acesse o formulário de inscrição para garantir sua vaga. Mais informações pela Central de Atendimento 0800 0231 231.
Confira a programação:
Painel 1 – Regulamentação da Política Estadual de Mudança Global do Clima e Desenvolvimento Sustentável: Oportunidades para a Indústria
14h – Regulamentação da Política Estadual sobre Mudança do Clima
Márcia Real – Coordenadora de Mudanças Climáticas da Secretaria de Estado do Ambiente (SEA)
14h45 – Pacto pelo Saneamento
Victor Zveibel – Superintendente de Políticas de Saneamento da Secretaria de Estado do Ambiente (SEA)
15h30 – Debate
Painel 2 – Contribuição da Indústria para a mitigação da mudança do clima
16h – Petrobras Biocombustível
Fernando Toledo Pierre – Gerente de Segurança, Meio Ambiente e Saúde
16h30 – Siemens | Chemtech
Paulo Costa – Gerente de Desenvolvimento de Novos Negócios/Energias Renováveis
17h – Instituto Aço Brasil | ThyssenKrupp CSA
Luiz Claudio Castro - Diretor de Sustentabilidade
17h30 – Debate
Serviço:
Seminário sobre Estratégias de Enfrentamento da Mudança do Clima no Estado do Rio
Dia: 23 de novembro de 2011
Horário: 14h às 18h30
Local: Auditório da Sede do Sistema FIRJAN
Avenida Graça Aranha, 01 – 13º andar
Durante o encontro, serão apresentadas as ações das empresas em prol do combate à intensificação do efeito estufa. Além disso, será abordada a regulamentação da Política Estadual sobre Mudança do Clima e Desenvolvimento Sustentável, publicada em setembro.
O seminário será realizado na Sede do Sistema FIRJAN e contará com a presença de representantes da Secretaria de Estado do Ambiente, das empresas Siemens e Petrobras Biocombustível e do Instituto Aço Brasil.
Como participar
Acesse o formulário de inscrição para garantir sua vaga. Mais informações pela Central de Atendimento 0800 0231 231.
Confira a programação:
Painel 1 – Regulamentação da Política Estadual de Mudança Global do Clima e Desenvolvimento Sustentável: Oportunidades para a Indústria
14h – Regulamentação da Política Estadual sobre Mudança do Clima
Márcia Real – Coordenadora de Mudanças Climáticas da Secretaria de Estado do Ambiente (SEA)
14h45 – Pacto pelo Saneamento
Victor Zveibel – Superintendente de Políticas de Saneamento da Secretaria de Estado do Ambiente (SEA)
15h30 – Debate
Painel 2 – Contribuição da Indústria para a mitigação da mudança do clima
16h – Petrobras Biocombustível
Fernando Toledo Pierre – Gerente de Segurança, Meio Ambiente e Saúde
16h30 – Siemens | Chemtech
Paulo Costa – Gerente de Desenvolvimento de Novos Negócios/Energias Renováveis
17h – Instituto Aço Brasil | ThyssenKrupp CSA
Luiz Claudio Castro - Diretor de Sustentabilidade
17h30 – Debate
Serviço:
Seminário sobre Estratégias de Enfrentamento da Mudança do Clima no Estado do Rio
Dia: 23 de novembro de 2011
Horário: 14h às 18h30
Local: Auditório da Sede do Sistema FIRJAN
Avenida Graça Aranha, 01 – 13º andar
Marcadores:
eventos
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Pedido de vista deixa para próxima semana votação do novo Código Florestal
O senador Randolfe Rodrigues (Psol-AP) pedirá vista ao parecer do relator Jorge Viana (PT-AC) do projeto de lei que altera o Código Florestal. Com isso, a matéria só deve ser votada na Comissão de Meio Ambiente na próxima semana para depois ser analisada em plenário.
Como os senadores alteraram vários pontos do texto aprovado pelos deputados, o projeto retornará para nova apreciação na Câmara.
O pedido de vista é uma prerrogativa parlamentar prevista no Regimento Interno do Senado, com prazo mínimo para análise de cinco dias. Mesmo com o adiamento da votação, o relatório de Jorge Viana será apresentado aos parlamentares ainda nesta quinta (17).
Fonte: Jusbrasil
Nota do Blog: Mais uma vez, esse "vai e não volta" da legislação brasileira que acaba por passar "de mão em mão" para ser revista, refeita, recolocada, reduzida, resumida (e até mesmo retardada; leia-se: retrógrada). Afinal, o que será do Novo Código Florestal Brasileiro e de sua Revisão?
Aguardem cenas dos próximos capítulos.
Como os senadores alteraram vários pontos do texto aprovado pelos deputados, o projeto retornará para nova apreciação na Câmara.
O pedido de vista é uma prerrogativa parlamentar prevista no Regimento Interno do Senado, com prazo mínimo para análise de cinco dias. Mesmo com o adiamento da votação, o relatório de Jorge Viana será apresentado aos parlamentares ainda nesta quinta (17).
Fonte: Jusbrasil
Nota do Blog: Mais uma vez, esse "vai e não volta" da legislação brasileira que acaba por passar "de mão em mão" para ser revista, refeita, recolocada, reduzida, resumida (e até mesmo retardada; leia-se: retrógrada). Afinal, o que será do Novo Código Florestal Brasileiro e de sua Revisão?
Aguardem cenas dos próximos capítulos.
domingo, 13 de novembro de 2011
Terra em Agonia
O Boletim Do Meio Ambiente falou com o autor do livro de sonetos " Terra em Agonia ", Manoel Virgilio Cortes, que também é ex-diretor da ETFQ (Escola Técnica Federal de Química), atual IFRJ (Instituto Federal do Rio de Janeiro). Virgílio também foi responsável pela criação do curso técnico em Saneamento, que se tornou mais tarde o curso técnico em Meio Ambiente nesta mesma Instituição.
BMA - Quais as questões ambientais que o senhor aborda em seu livro?
MV - De um modo geral, é o que eu digo no primeiro soneto. Falo principalmente sobre a aumento da população. E sobre nosso maior problema, a fome. Há muita produção mas ela é mal distribuída. Enquanto uns não comem nada, outros comem demais.
Você pode conhecer mais do trabalho de Manoel Virgilio você pode acessar o Blog Mvpcortes.
O livro "Terra em Agonia" estava disponível durante a Bienal do Livro.
Para saber mais sobre o trabalho do Manoel Virgílio como diretor na ETFQ acesse o blog do Movimento Correnteza
BMA - Por que decidiu escrever um livro de sonetos com a temática ambiental? De onde veio essa idéia?
MV - Eu escrevo sempre, e o soneto é minha forma de expressão, é uma distração pra mim. Eu reuni vários dos meus sonetos e fiz um capitulo do livro falando sobre a Terra, dando o nome do livro " Terra em Agonia". Mas, não falo só sobre meio ambiente nesse livro. São 8 capitulos sobre tudo que eu quero falar.
MV - De um modo geral, é o que eu digo no primeiro soneto. Falo principalmente sobre a aumento da população. E sobre nosso maior problema, a fome. Há muita produção mas ela é mal distribuída. Enquanto uns não comem nada, outros comem demais.
Você pode conhecer mais do trabalho de Manoel Virgilio você pode acessar o Blog Mvpcortes.
O livro "Terra em Agonia" estava disponível durante a Bienal do Livro.
Para saber mais sobre o trabalho do Manoel Virgílio como diretor na ETFQ acesse o blog do Movimento Correnteza
Marcadores:
entrevista,
ifrj nilopolis
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Nas profundezas do mundo!
| Walsh e Piccard |
Até hoje, 12 homens pisaram na Lua. Mas apenas dois 'tocaram' a fossa das Marianas.A aventura é historicamente reconhecida e documentada, mas, nem de longe, foi um evento midiático à altura da ida do homem à Lua, em 1969. Seja por motivos políticos ou de interesse econômico, apenas dois protótipos não tripulados chegaram tão fundo quanto a dupla.
O submarino usado tinha o formato de uma esfera, assim, era mais resistente á pressão da água. À esta estava fixado um contêiner de gasolina, que por ter uma densidade menor, é mais leve, conferia flutuação ao submarino.
Uma coisa é muito interessante no relato do explorador. Nenhum oceanógrafo naquela época sabia com precisão se formas de vida bem organizadas habitavam o fundo oceânico.Um oceanógrafo desafiou-o : ‘ Eu te proíbo de voltar á superfície sem ver pelo menos um peixe’. E eles o encontraram. Assim que chegaram ao fundo avistaram uma espécie de peixe à poucos metros da escotilha.Tal observação levou o explorador a pensar sobre certos fluxos de matéria e energia.
Um peixe vivendo a esta profundidade, precisa, é claro, de oxigênio para respirar. Tal oxigênio só pode vir da atmosfera, que ao fundo oceânico por meio de correntes. Então, podemos imaginar esse movimento de vai e vem da água da superfície para o fundo, e vice-versa, pensou Piccard.
Naquela época, muitas pessoas, cientistas, políticos, economistas, e outros, eram a favor disposição do lixo nuclear em fendas profundas como esta, e o pensamento, em geral, era que tal material permaneceria lá para sempre. Segundo Piccard, ao avistar a presença de seres vivos àquela profundidade, teve certeza que tal prática poderia prejudicar todo o oceano.
Mesmo 50 anos depois, o lixo radioativo continua sendo um problema e o oceano continua sendo um espaço pouco explorado.
Quer saber mais?
As informações foram retiradas do blog do repórter nova-iorquino Victor Ozolo e estão disponíveis aqui.
Outras fontes: Ciência Hoje
Marcadores:
entrevista,
poluição,
radioatividade
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Mesquita ganhará unidade do IFRJ
Como parte do Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais, o REUNI, a cidade de Mesquita ganhará uma unidade do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia – IFRJ em 2012.
Será a primeira instituição pública de ensino superior na cidade Mesquita, que oferecerá cursos de extensão e pós-graduação nas áreas científica e tecnológica. Enquanto as obras não estão prontas, o IFRJ Mesquita existe como o Espaço Ciência InterAtiva, localizado no IFRJ Nilópolis.
O plano de expansão prevê ainda a construção de mais cinco campi no Estado do Rio de Janeiro, com unidades nos municípios de Belford Roxo, São João de Meriti, Niterói e Rio de Janeiro, que ganhará duas unidades, uma no Complexo do Alemão e outra em Curicica, na região de Jacarepaguá.
A criação de novas unidades de ensino federal faz parte da 3ª etapa de expansão da educação superior.
O anúncio foi feito no último dia 16 de agosto pela presidenta Dilma Rousseff.
Além do Rio de Janeiro serão contemplados com unidades de ensino superior os estados do Pará, Ceará e Bahia.
Fonte: IFRJ
Será a primeira instituição pública de ensino superior na cidade Mesquita, que oferecerá cursos de extensão e pós-graduação nas áreas científica e tecnológica. Enquanto as obras não estão prontas, o IFRJ Mesquita existe como o Espaço Ciência InterAtiva, localizado no IFRJ Nilópolis.
O plano de expansão prevê ainda a construção de mais cinco campi no Estado do Rio de Janeiro, com unidades nos municípios de Belford Roxo, São João de Meriti, Niterói e Rio de Janeiro, que ganhará duas unidades, uma no Complexo do Alemão e outra em Curicica, na região de Jacarepaguá.
A criação de novas unidades de ensino federal faz parte da 3ª etapa de expansão da educação superior.
O anúncio foi feito no último dia 16 de agosto pela presidenta Dilma Rousseff.
Além do Rio de Janeiro serão contemplados com unidades de ensino superior os estados do Pará, Ceará e Bahia.
Fonte: IFRJ
Marcadores:
mesquita
domingo, 6 de novembro de 2011
O mito do crescimento infinito
No texto abaixo, Tim Jackson, professor da Universidade de Surrey e autor do livro Prosperity without Growth --Economics for a Finite Planet (Prosperidade sem Crescimento: Economia para um Planeta Finito), defende o abandono do mito do crescimento infinito, em um mundo com recursos finitos:
Toda sociedade se aferra a um mito e vive por ele. O nosso mito é o do crescimento econômico.Nas últimas cinco décadas, a busca pelo crescimento tem sido o mais importante dos objetivos políticos no mundo.
A economia global tem hoje cinco vezes o tamanho de meio século atrás. Se continuar crescendo ao mesmo ritmo, terá 80 vezes esse tamanho no ano 2100.Esse extraordinário salto da atividade econômica global não tem precedentes na história. E é algo que não pode mais estar em desacordo com a base de recursos finitos e o frágil equilíbrio ecológico do qual dependemos para sua sobrevivência.
Na maior parte do tempo, evitamos a realidade absoluta desses números. O crescimento deve continuar, insistimos.As razões para essa cegueira coletiva são fáceis de encontrar.O capitalismo ocidental se baseia de forma estrutural no crescimento para sua estabilidade.
A espiral da recessão é uma ameaça. Questionar o crescimento é visto como um ato de lunáticos, idealistas e revolucionários.Ainda assim, precisamos questioná-lo. O mito do crescimento fracassou. Fracassou para as 2 bilhões de pessoas que vivem com menos de US$ 2 por dia.Fracassou para os frágeis sistemas ecológicos dos quais dependemos para nossa sobrevivência.Mas a crise econômica nos apresenta uma oportunidade única para investir em mudanças. Para varrer as crenças de curto prazo que atormentaram a sociedade por décadas.
Consertar a economia é apenas parte da batalha. Também precisamos enfrentar a intrincada lógica do consumismo.Os dias de gastar dinheiro que não temos em coisas das quais não precisamos para impressionar as pessoas com as quais não nos importamos chegaram ao fim.
Viver bem está ligado à nutrição, a moradias decentes, ao acesso a serviços de boa qualidade, a comunidades estáveis, a empregos satisfatórios.A prosperidade, em qualquer sentido da palavra, transcende as preocupações materiais.Ela reside em nosso amor por nossas famílias, ao apoio de nossos amigos e à força de nossas comunidades, à nossa capacidade de participar totalmente na vida da sociedade, em uma sensação de sentido e razão para nossas vidas.
Toda sociedade se aferra a um mito e vive por ele. O nosso mito é o do crescimento econômico.Nas últimas cinco décadas, a busca pelo crescimento tem sido o mais importante dos objetivos políticos no mundo.
A economia global tem hoje cinco vezes o tamanho de meio século atrás. Se continuar crescendo ao mesmo ritmo, terá 80 vezes esse tamanho no ano 2100.Esse extraordinário salto da atividade econômica global não tem precedentes na história. E é algo que não pode mais estar em desacordo com a base de recursos finitos e o frágil equilíbrio ecológico do qual dependemos para sua sobrevivência.
Na maior parte do tempo, evitamos a realidade absoluta desses números. O crescimento deve continuar, insistimos.As razões para essa cegueira coletiva são fáceis de encontrar.O capitalismo ocidental se baseia de forma estrutural no crescimento para sua estabilidade.
A espiral da recessão é uma ameaça. Questionar o crescimento é visto como um ato de lunáticos, idealistas e revolucionários.Ainda assim, precisamos questioná-lo. O mito do crescimento fracassou. Fracassou para as 2 bilhões de pessoas que vivem com menos de US$ 2 por dia.Fracassou para os frágeis sistemas ecológicos dos quais dependemos para nossa sobrevivência.Mas a crise econômica nos apresenta uma oportunidade única para investir em mudanças. Para varrer as crenças de curto prazo que atormentaram a sociedade por décadas.
Consertar a economia é apenas parte da batalha. Também precisamos enfrentar a intrincada lógica do consumismo.Os dias de gastar dinheiro que não temos em coisas das quais não precisamos para impressionar as pessoas com as quais não nos importamos chegaram ao fim.
Viver bem está ligado à nutrição, a moradias decentes, ao acesso a serviços de boa qualidade, a comunidades estáveis, a empregos satisfatórios.A prosperidade, em qualquer sentido da palavra, transcende as preocupações materiais.Ela reside em nosso amor por nossas famílias, ao apoio de nossos amigos e à força de nossas comunidades, à nossa capacidade de participar totalmente na vida da sociedade, em uma sensação de sentido e razão para nossas vidas.
publicado originalmente em: Folha.com
Marcadores:
consumo
terça-feira, 1 de novembro de 2011
A Era do lixo
O texto abaixo é de uma matéria publicada em um jornal da Unicamp, onde o geógrafo e sociólogo Maurício Waldman fala sobre seu livro 'Lixo: Cenários e Desafios', resultado de sua pesquisa de pós-doutorado.
"O lixo, conforme o pesquisador, tem sido um problema recorrente em todo o mundo, inclusive no Brasil. Não bastasse a humanidade estar crescendo e gerando cada vez mais resíduos, o quadro vem se agravando graças a inércia das autoridades públicas, que pouco têm feito para reciclar ou dar destinação adequada aos rejeitos. Ademais, a sociedade também não faz a sua parte ao aumentar exageradamente o consumo de bens e produtos e ao descartar sem cerimônia seus detritos em qualquer lugar.
De acordo com ele, o Brasil, um dos países que mais sofrem com a problemática, é um grande gerador de lixo. Embora sua população seja equivalente a 3,06% do total mundial e seu Produto Interno Bruto (PIB) corresponda a 3,5% da riqueza global, os brasileiros descartam 5,5% dos resíduos planetários.
Mas, se o problema do lixo é tão grave, por que as autoridades públicas não se preocupam em resolvê-lo? Na opinião de Waldman, o descompromisso ocorre porque, culturalmente, os resíduos sempre são considerados um problema do outro. “A única política adotada no país, se é que podemos classificá-la assim, é a da estética. Ou seja, o interesse primordial das autoridades é tirar os rejeitos da visão das pessoas e levá-los para um lixão ou, quando muito, para um aterro sanitário. A forma como esse lixo será tratado ou monitorado é outra questão. O importante, na concepção dessa corrente, é que a sujeira não fique à mostra”.
Por último, mas não menos importante, o pesquisador avalia que o Estado também tem que dar sua contribuição à causa do controle eficiente do lixo, formulando políticas públicas sérias e consequentes. Deixar de dar aos resíduos tratamento e destinação adequados, conforme Waldman, não representa apenas um desrespeito ao ambiente e à qualidade de vida das pessoas. Significa também desperdício de dinheiro e oportunidades."
Fonte : O Globo
"O lixo, conforme o pesquisador, tem sido um problema recorrente em todo o mundo, inclusive no Brasil. Não bastasse a humanidade estar crescendo e gerando cada vez mais resíduos, o quadro vem se agravando graças a inércia das autoridades públicas, que pouco têm feito para reciclar ou dar destinação adequada aos rejeitos. Ademais, a sociedade também não faz a sua parte ao aumentar exageradamente o consumo de bens e produtos e ao descartar sem cerimônia seus detritos em qualquer lugar.
De acordo com ele, o Brasil, um dos países que mais sofrem com a problemática, é um grande gerador de lixo. Embora sua população seja equivalente a 3,06% do total mundial e seu Produto Interno Bruto (PIB) corresponda a 3,5% da riqueza global, os brasileiros descartam 5,5% dos resíduos planetários.
Mas, se o problema do lixo é tão grave, por que as autoridades públicas não se preocupam em resolvê-lo? Na opinião de Waldman, o descompromisso ocorre porque, culturalmente, os resíduos sempre são considerados um problema do outro. “A única política adotada no país, se é que podemos classificá-la assim, é a da estética. Ou seja, o interesse primordial das autoridades é tirar os rejeitos da visão das pessoas e levá-los para um lixão ou, quando muito, para um aterro sanitário. A forma como esse lixo será tratado ou monitorado é outra questão. O importante, na concepção dessa corrente, é que a sujeira não fique à mostra”.
Por último, mas não menos importante, o pesquisador avalia que o Estado também tem que dar sua contribuição à causa do controle eficiente do lixo, formulando políticas públicas sérias e consequentes. Deixar de dar aos resíduos tratamento e destinação adequados, conforme Waldman, não representa apenas um desrespeito ao ambiente e à qualidade de vida das pessoas. Significa também desperdício de dinheiro e oportunidades."
Fonte : O Globo
Marcadores:
resíduos sólidos
domingo, 30 de outubro de 2011
Parada da Cultura
Marcadores:
ifrj nilopolis
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
7 bilhões. O que fazer agora?
texto original: André Trigueiro
Fonte: Mundo Sustentável
Em pouco mais de 200 anos, a população do planeta foi multiplicada por 7. No início do século XIX, éramos um bilhão. Levamos 123 anos para dobrar esse número. Daí pra frente, especialmente depois da segunda guerra mundial, o ritmo do crescimento acelerou. Em outubro de 2011 chegamos a sete bilhões.Até o final do século, segundo a ONU, a tendência é que a população mundial se estabilize na faixa dos 10 bilhões de pessoas. Mas como alimentar tanta gente, se os estoques de água doce e limpa e de solo fértil, estão diminuindo? Dá para apostar numa nova revolução verde?
Não somos apenas mais numerosos. Também estamos vivendo mais.Na média, quase 70 anos. Mas como assegurar o pagamento de aposentadorias e pensões por mais tempo, para muito mais gente? Como preparar melhor as cidades para uma população mais idosa? Que requer maiores cuidados e atenção? Ah as cidades. Elas também estão crescendo e rápido.
Em 60 anos, a taxa de urbanização do planeta praticamente dobrou. Apenas no Brasil, 85% da população vivem em cidades. Para isso, é preciso produzir mais energia. E a energia mais barata e farta do planeta, é também a mais suja. 80% da matriz energética do mundo são petróleo, carvão e gás.E quem mais polui são os ricos.Aproximadamente 75% das emissões de gases estufa vem dos países desenvolvidos.De acordo com as Nações Unidas, as mudanças climáticas poderão determinar a remoção de 200 milhões de pessoas de seus atuais endereços nos próximos 40 anos. A maioria absoluta delas é pobre. Neste planeta ainda tão desigual, um bilhão e meio de pessoas sequer tem acesso a energia elétrica. Ao que parece, será preciso um choque de civilização para que tenhamos esperança num mundo melhor e mais justo, embora mais populoso.
Quer saber mais? Vale apena assistir o vídeo abaixo que mostra mais dados interessantes:
"Em geral nós pensamos que ocupamos muito espaço, entretanto as 7 bilhões de pessoas lado a lado caberiam dentro de Los Angeles.Não é de espaço que precisamos. Precisamos é de equilíbrio."
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Novo calendário acadêmico pós-greve
![]() |
| clique para ampliar As demais datas refente aos dias letivos, término do semestre, período de VS e outras, serão informadas posteriormente. |
Marcadores:
Greve no IFRJ
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
IV Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental
Inscrições AQUI
programação AQUI
Outras informações no site do evento
Marcadores:
eventos
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Semana de Engenharia Civil e Ambiental
O tema escolhido para a primeira Semana de Engenharia Civil e Ambiental é “Grandes Obras, Grandes Impactos, Grandes Soluções”, por ser intimamente ligado às questões sobre a infra-estrutura do país, tanto para dar sustento ao desenvolvimento em todos os setores, quanto para sediar os grandes eventos esportivos nos próximos anos.
No segundo andar do Bloco A ocorrerá uma Feira de Estágio com estandes das empresas patrocinadoras do evento!
A Semana de Engenharia Civil e Ambiental está com sua data marcada!
Dias 24, 25, 26 e 27 de outubro.
24 e 25 no auditório do bloco A, 26 no Auditório da Escola de Química (bloco E) e 27 no Auditório André Rebouças (Bloco D).
Para mais informações: Entrem em contato pelo e-mail: civileambiental@poli.ufrj.br.
mais informações em AQUI
Marcadores:
eventos
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Entrevista com Jan Gehl: especialista em criar cidades melhores
| Jan Gehl |
O arquiteto Jan Gehl, responsável por mudar a cara de Copenhague, nos anos 1960, mostra que as cidades têm solução e dá a receita: pensar, em primeiro lugar, nas pessoas.
Você já notou que sabemos tudo sobre o habitat ideal dos gorilas, girafas, leões, mas nada sobre o Homo sapiens? Qual o lugar ideal para essa espécie viver? Infelizmente, sabemos muito pouco. Boa parte dos profissionais que definem o futuro de uma cidade, os arquitetos, urbanistas e políticos, estão preocupados em melhorar o trânsito, criar monumentos, pontes, mas nenhum deles tem na agenda o item “criar uma cidade melhor para as pessoas viverem”.
E qual seria o lugar ideal para o homem viver?
(...) Uma das coisas que descobri em todos esses anos de trabalho é que precisamos respeitar a escala humana. Em meu livro Cities for People (“Cidades para pessoas”) eu falo, por exemplo, sobre a síndrome de Brasília, uma prática repetida em várias cidades do mundo. Brasília nasceu para ser uma cidade planejada, certo? Pois bem, quando a olhamos do céu, ela é incrível, mas quando a olhamos do chão, parece que estamos em uma maquete fora de escala. É tudo grande demais, as distâncias são impossíveis de serem percorridas pelo corpo humano e os monumentos são grandes demais para apreciarmos a partir de nossa altura.
A escala humana, então, é a chave para planejar cidades para pessoas?
(...) Antes de pensar em mais ruas, ciclovias, transporte público ou mesmo na escala humana, é preciso pensar: que cidade queremos? E aí, o que importa não são os elementos do planejamento urbano, mas as coisas que nos fazem viver melhor. Quando os planejadores quiserem chegar aí, estaremos em um caminho interessante para melhorar as cidades.
O senhor fala em trânsito, problema grave no Brasil. Quais as soluções para essa questão?
(...) A demanda correta não deve ser por mais transporte público ou ciclovias ou calçadas. Deve ser por mais opções, por mais liberdade de escolha de meios de se locomover do ponto A ao ponto B. Só ciclovias ou só transporte público não resolvem, mas uma combinação dos dois com boas calçadas e vias exclusivas de pedestres começam a deixar a cidade mais interessante e a dependência que se desenvolveu do carro começa a diminuir. (...)
Como a população deve participar do processo da criação de cidades para pessoas?
Em Copenhague, um terço das pessoas usa a bicicleta como transporte todo dia. As bicicletas devem ser pensadas como solução em cidades grandes como São Paulo?
A chave para integrar a bicicleta à mobilidade urbana de uma cidade muito grande é não pressupor que as pessoas vão fazer todo o trajeto pedalando. (...) A bicicleta precisa estar integrada a outros meios de transporte. Mas é fundamental que haja infraestrutura para pedalar. Se as pessoas não se sentirem seguras, bicicleta continuará sendo um meio restrito para se transportar.
É fundamental que haja informação sobre como uma cidade pode ser melhor para que a sociedade exija as coisas certas. Enquanto exigirem mais ruas para dirigirem seus carros, as cidades vão continuar crescendo do jeito errado. Quando passarem a exigir mais liberdade de locomoção, daí o governo terá que fazer algo a respeito (...).
O planejamento urbano pode fazer as pessoas mais felizes?
Planejamento urbano não garante a felicidade. Mas mau planejamento urbano definitivamente impede a felicidade.(...) Se a cidade conseguir diminuir o tempo que você fica parado no trânsito e lhe oferecer áreas de lazer para aproveitar com seus amigos e sua família, ela lhe dará mais condições de ter uma vida melhor.
por Natália Garcia
Marcadores:
cidades,
entrevista
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Juiz do Pará manda suspender obras da Hidrelétrica de Belo Monte
A Justiça Federal determinou a paralisação imediata das obras da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu (PA). A decisão da 9ª Vara Federal, especializada no julgamento de causas ambientais, atende a uma ação da Associação dos Criadores e Exportadores de Peixes Ornamentais de Altamira (Acepoat), que argumentou que o desvio do rio para construção da barragem pode prejudicar cerca de mil famílias que dependem da pesca.
O juiz federal Carlos Eduardo Castro Martins proibiu o Consórcio Norte Energia S.A. (Nesa), responsável pela obra, de fazer qualquer alteração no leito do Rio Xingu, como “implantação de porto, explosões, implantação de barragens, escavação de canais, enfim, qualquer obra que venha a interferir no curso natural do Rio Xingu com consequente alteração na fauna ictiológica [dos peixes].” Segundo o juiz, a escavação de canais e a construção de barragens “poderão trazer prejuízos a toda comunidade ribeirinha que vive da pesca artesanal dos peixes ornamentais”.
De acordo com a ação da Acepoat, com a construção da usina, as atividades dos pescadores só poderiam ser retomadas definitivamente em 2020, prazo que o juiz não considerou razoável por se tratar, em alguns casos, de atividade de subsistência.
A multa por descumprimento da liminar foi fixada pelo juiz em R$ 200 mil por dia. O consórcio responsável pela obra e a União podem recorrer da decisão no Tribunal Regional Federal da 1ª Região. A liminar não atinge a construção do canteiro de obras e dos alojamentos para os trabalhadores do consórcio, que estão em curso. Segundo o juiz, essas obras preparatórias não interferem na navegação e na atividade pesqueira no Rio Xingu.
O juiz federal Carlos Eduardo Castro Martins proibiu o Consórcio Norte Energia S.A. (Nesa), responsável pela obra, de fazer qualquer alteração no leito do Rio Xingu, como “implantação de porto, explosões, implantação de barragens, escavação de canais, enfim, qualquer obra que venha a interferir no curso natural do Rio Xingu com consequente alteração na fauna ictiológica [dos peixes].” Segundo o juiz, a escavação de canais e a construção de barragens “poderão trazer prejuízos a toda comunidade ribeirinha que vive da pesca artesanal dos peixes ornamentais”.
De acordo com a ação da Acepoat, com a construção da usina, as atividades dos pescadores só poderiam ser retomadas definitivamente em 2020, prazo que o juiz não considerou razoável por se tratar, em alguns casos, de atividade de subsistência.
A multa por descumprimento da liminar foi fixada pelo juiz em R$ 200 mil por dia. O consórcio responsável pela obra e a União podem recorrer da decisão no Tribunal Regional Federal da 1ª Região. A liminar não atinge a construção do canteiro de obras e dos alojamentos para os trabalhadores do consórcio, que estão em curso. Segundo o juiz, essas obras preparatórias não interferem na navegação e na atividade pesqueira no Rio Xingu.
Fonte: EcoAgência
Marcadores:
amazônia,
energia renovável
sábado, 24 de setembro de 2011
Empresa pede que seus consumidores não comprem em excesso (!?)
texto original: Regina Scharf
fonte: página 22 (Adaptado)
O que pensar de uma empresa que fatura US$ 400 milhões anuais e que lança uma campanha pedindo que seus consumidores pensem duas vezes antes de…comprar um produto novo? É exatamente o que está fazendo a marca californiana de roupas esportivas Patagonia.
A iniciativa é uma extensão do programa Common Threads, lançado pela Patagonia em 2005. A empresa montou uma estrutura para receber de volta roupas velhas e gastas da marca, que são então enviadas para recicladores (em muitos casos, em outros países). Cerca de 45 toneladas de roupas foram devolvidas à empresa desde então – e a sua reciclagem deu origem a 34 toneladas de vestimentas novas. É possível entregar as roupas a reciclar nas lojas da marca ou enviá-las pelo correio, para reduzir a pegada da iniciativa de reciclagem. A empresa tem anunciado que até o fim do ano deverá estender esse serviço a todos os modelos de roupas que comercializa. A Patagonia também promete costurar e remendar roupas que vendeu, de graça ou por um preço módico, conforme o caso.
“Nós somos a primeira empresa a pedir que os consumidores assumam um compromisso formal e sejam parceiros no esforço de reduzir o consumo e manter seus produtos longe dos aterros ou incineradores”, diz Yvon Chouinard, dono da marca e principal executivo da empresa.”O programa pede que os consumidores deixem de comprar aquilo de que não precisem. Se realmente precisarem, que comprem algo que vá durar muito – e que consertem o que estragar e revendam o que já não usam. Finalmente, que reciclem o que estiver realmente rasgado”.
fonte: página 22 (Adaptado)
O que pensar de uma empresa que fatura US$ 400 milhões anuais e que lança uma campanha pedindo que seus consumidores pensem duas vezes antes de…comprar um produto novo? É exatamente o que está fazendo a marca californiana de roupas esportivas Patagonia.
A iniciativa é uma extensão do programa Common Threads, lançado pela Patagonia em 2005. A empresa montou uma estrutura para receber de volta roupas velhas e gastas da marca, que são então enviadas para recicladores (em muitos casos, em outros países). Cerca de 45 toneladas de roupas foram devolvidas à empresa desde então – e a sua reciclagem deu origem a 34 toneladas de vestimentas novas. É possível entregar as roupas a reciclar nas lojas da marca ou enviá-las pelo correio, para reduzir a pegada da iniciativa de reciclagem. A empresa tem anunciado que até o fim do ano deverá estender esse serviço a todos os modelos de roupas que comercializa. A Patagonia também promete costurar e remendar roupas que vendeu, de graça ou por um preço módico, conforme o caso.
“Nós somos a primeira empresa a pedir que os consumidores assumam um compromisso formal e sejam parceiros no esforço de reduzir o consumo e manter seus produtos longe dos aterros ou incineradores”, diz Yvon Chouinard, dono da marca e principal executivo da empresa.”O programa pede que os consumidores deixem de comprar aquilo de que não precisem. Se realmente precisarem, que comprem algo que vá durar muito – e que consertem o que estragar e revendam o que já não usam. Finalmente, que reciclem o que estiver realmente rasgado”.
Qual a sua opinião sobre a iniciativa da Patagonia? É uma excentricidade deslocada do modelo vigente ou é uma idéia que poderia prosperar e ser adotada por outras empresas?Será só mais uma estratégia de marketing "verde"?
Marcadores:
consumo
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Todos os dias sem carro!
Hoje, dia 22 de Agosto ocorre nas principais cidades brasileiras e do mundo, o Dia Mundial Sem Carro.É uma boa oportunidade para quem só anda de carro descobrir como inserir o trasporte coletivo no dia-a-dia.
No Rio de Janeiro,a data será marcada pela proibição do estacionamento nas principais vias do Centro. O quadrilátero formado pelas avenidas 1º de Março, Presidente Antônio Carlos e Rio Branco, Presidente Vargas, e palas Rua Santa Luzia terá o estacionamento proibido. Fazem parte desta área a Rua da Assembleia e as ruas Almirante Barroso e Araújo Porto Alegre.
![]() |
| Foto do projeto Ecos na Paisagem |
O objetivo do Dia Mundial Sem Carro, é fazer com que a população reflita sobre o impacto que o uso intensivo dos automóveis pode causar no meio ambiente. Inclui-se aí além da poluição atmosférica, visual e sonora, a depreciação do convívio humano, já que a população em geral não se sente segura andando nas ruas fora de seus automóveis.Há boas idéias que nos mostram como é possível viver (todos os dias e não apenas hoje) sem a utilização frequente dos carros.
O projeto a seguir é de um grupo de arquitetos que propõe a criação de uma "linha verde" de ciclovias para a cidade de São Paulo. Essa linha ligaria os principais pontos turísticos da cidade, ruas comerciais e linhas de metrô. Desse modo, a ciclovia seria verdadeiramente um meio de se locomover pela cidade e não apenas um simples lazer. O projeto não sairia caro e apenas perderíamos algumas vagas de estacionamento.
Marcadores:
cidades
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Próximas atividades da greve dos servidores federais
Nesta quinta-feira, dia 22/09, às 9h, temos mais uma assembleia geral. Logo após faremos um ato conjunto com os trabalhadores do Estádio Maracanã. A concentração será às 12h em frente ao CEFET Maracanã.
mais informações no site: IFRJ em Luta.
Marcadores:
eventos
terça-feira, 20 de setembro de 2011
XXXI Semana da Química no IFRJ
Teremos nossa semana da química com ou sem greve!
Inscrições: 12 de setembro a 12 de outubro
Clique para visualizar a programação completa
Atenção: os mini-cursos são pagos, as oficinas são gratuitas! Ambos possuem número limite de alunos! Garanta já a sua inscrição!!!
Para se inscrever no mini-curso:
Pagar o valor referente à inscrição na FUNCEFETQ (IFRJ - Campus Rio de Janeiro na Rua Senador Furtado, 121, sala 210, Maracanã) das 8h às 17h de segunda à sexta.Enviar o comprovante de pagamento para o e-mail inscricaosq.cmar@ifrj.edu. br, escrever no corpo do e-mail os seguintes dados: nome completo, código do curso, e-mail, telefone para contato e instituição de origem.
Valores:
• Alunos bolsistas (Bolsistas, PIBICT, Programa de Assistência Estudantil -PAE) - R$ 10,00 ( levar comprovante)
• Alunos do IFRJ - R$ 20,00
• Alunos de outras instituições - R$ 30,00
• Servidores do IFRJ - R$ 50,00
• Outros - R$ 80,00
Para se inscrever nas oficinas:As oficinas são gratuitas.
A inscrição deve ser feitas através do email inscricaosq.cmar@ifrj.edu. br, escrever no corpo do e-mail os seguintes dados: nome completo, código da oficina, e-mail, telefone para contato e instituição de origem.
link para a lista de cursos e oficinas
Inscrições: 12 de setembro a 12 de outubro
Atenção: os mini-cursos são pagos, as oficinas são gratuitas! Ambos possuem número limite de alunos! Garanta já a sua inscrição!!!
Para se inscrever no mini-curso:
Pagar o valor referente à inscrição na FUNCEFETQ (IFRJ - Campus Rio de Janeiro na Rua Senador Furtado, 121, sala 210, Maracanã) das 8h às 17h de segunda à sexta.Enviar o comprovante de pagamento para o e-mail inscricaosq.cmar@ifrj.edu.
Valores:
• Alunos bolsistas (Bolsistas, PIBICT, Programa de Assistência Estudantil -PAE) - R$ 10,00 ( levar comprovante)
• Alunos do IFRJ - R$ 20,00
• Alunos de outras instituições - R$ 30,00
• Servidores do IFRJ - R$ 50,00
• Outros - R$ 80,00
Para se inscrever nas oficinas:As oficinas são gratuitas.
A inscrição deve ser feitas através do email inscricaosq.cmar@ifrj.edu.
link para a lista de cursos e oficinas
Marcadores:
eventos
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Niterói economiza água e dinheiro
A partir de agora todos os edifícios construídos em Niterói deverão incluir em seus projetos sistemas para a reciclagem de águas cinzas – aquelas utilizadas em chuveiros, banheiras, lavatórios de banheiros, tanques e máquinas de lavar. A lei foi sancionada esta semana pelo prefeito Jorge Roberto Silveira e agradou aos moradores e as construtoras da cidade.
A Lei nº 2856, de reaproveitamento de águas cinzas, é aplicável a todas as obras com mais de 500 metros quadrados e que tenham volume potencial de consumo igual ou superior a 20 metros cúbicos de água por dia.
O sistema de reaproveitamento da água se baseia na coleta das águas cinzas (lavatório, banho, tanque e máquina de lavar roupa) da edificação em tubulação separada e conduz essa água para uma cisterna, que serve de acumulação.Ela então é recalcada para uma caixa d’água onde são adicionados produtos químicos como cloro para desinfecção, cal, barrilha para correção de pH e sulfato de alumínio para floculação.
Niterói já conta com o sistema de reúso de água cinza em 18 edifícios residenciais, além de uma empresa de ônibus. Segundo o secretário municipal do Meio Ambiente, Fernando Guida, o retorno financeiro da implantação dos sistemas de reutilização é obtido em poucos meses, com a economia nas contas de água.Além disso, a água que é reutilizada deixa de ir para a estação de tratamento de esgoto, gerando economia no tratamento que é dispensado a este. É economia também para o contribuinte, que paga pela água, já que diminuiu o volume de água que a cidade precisa captar (principalmente para Niterói, que não "produz" toda a água que consome). Reduz-se a pressão sobre o recurso natural e ainda gera-se economia. Bom, não?
fonte: Jornal O Fluminense
Niterói já conta com o sistema de reúso de água cinza em 18 edifícios residenciais, além de uma empresa de ônibus. Segundo o secretário municipal do Meio Ambiente, Fernando Guida, o retorno financeiro da implantação dos sistemas de reutilização é obtido em poucos meses, com a economia nas contas de água.Além disso, a água que é reutilizada deixa de ir para a estação de tratamento de esgoto, gerando economia no tratamento que é dispensado a este. É economia também para o contribuinte, que paga pela água, já que diminuiu o volume de água que a cidade precisa captar (principalmente para Niterói, que não "produz" toda a água que consome). Reduz-se a pressão sobre o recurso natural e ainda gera-se economia. Bom, não?
fonte: Jornal O Fluminense
A greve nas instituições federais continua
Para saber mais detalhes leia o documento do SINASEFE
http://sinasefe.org.br/boletim18_15_09_2011.pdf
e para se manter sempre bem informado acesse o Blog IFRJ em Luta
http://sinasefe.org.br/boletim18_15_09_2011.pdf
e para se manter sempre bem informado acesse o Blog IFRJ em Luta
Marcadores:
Greve no IFRJ
domingo, 18 de setembro de 2011
O Veneno Está na Mesa
O Veneno Está na Mesa é um documentário do cineasta Silvio Tendler. O filme, feito para a Campanha Contra os Agrotóxicos e Pela Vida, mostra em apenas 50 minutos os enormes prejuízos causados por um modelo agrário baseado no agronegócio.Além dos ataques ao meio ambiente, os venenos cada vez mais utilizados nas plantações causam sérios riscos à saúde tanto do consumidor final quanto dos agricultores expostos à intoxicação.
"Cada brasileiro consome em média 5,2 litros de agrotóxico por ano. Até quando vamos engolir isso?"
Segundo informações do vídeo, desde 2008 o Brasil é o maior consumidor de agrotóxicos do mundo. E uma pesquisa de 2009 aponta que 29% dos alimentos analisados continham agrotóxicos acima do limite permitido.
Marcadores:
agrotóxicos,
videos
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Cineducando
A CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta, de 20 de setembro a 2 de outubro, a terceira edição do Cineducando, mostra dedicada ao cinema e à educação que, este ano, discutirá um tema da maior relevância: o bullying.
De 20 de setembro a 2 de outubro, em sessões às 16h e às 18h30, serão exibidas obras clássicas e contemporâneas sobre o tema “bullying”, fornecendo elementos para o público refletir sobre o tratamento que o assunto vem recebendo no cinema, desde a metade do Século XX, até os dias atuais.
Confira o site para mais informações
De 20 de setembro a 2 de outubro, em sessões às 16h e às 18h30, serão exibidas obras clássicas e contemporâneas sobre o tema “bullying”, fornecendo elementos para o público refletir sobre o tratamento que o assunto vem recebendo no cinema, desde a metade do Século XX, até os dias atuais.
Confira o site para mais informações
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Consulta Pública - Resíduos Sólidos e Rio +20
Estão abertas este mês duas consultas públicas de grande importância. É a oportunidade que temos de opinar diretamente nas políticas públicas que estão sendo implementadas no país.
Plano Nacional de Resíduos Sólidos
A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, lançou na quinta-feira, dia 1º de setembro, a consulta pública para o Plano Nacional de Resíduos Sólidos. Ela anunciou que serão realizadas sete audiências públicas: cinco regionais, uma nacional e outra pela internet.
Rio +20
Em junho de 2012, a Organização das Nações Unidas (ONU) realizará sua Conferência sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), na cidade do Rio de Janeiro. De acordo com a ONU, todos os países-membros deverão apresentar seus insumos e contribuições, por escrito, até o dia 1º de novembro de 2011. A partir dessas contribuições, o Secretariado da Organização preparará uma minuta inicial do documento a ser adotado na Rio+20, o qual deverá ser objeto de negociações formais, com vistas à sua adoção durante o evento.
Para garantir um processo inclusivo e transparente de elaboração das propostas do Brasil, o Ministério do Meio Ambiente abre esta Consulta Pública que consiste em um questionário de 11 perguntas. Cada pergunta deverá ser respondida em caráter individual ou em nome de qualquer organização, em no máximo 20 linhas, em fonte Times New Roman tamanho 12. Os questionários respondidos deverão ser encaminhados, até o dia 25 de setembro de 2011, em formato “.doc”, ao endereço eletrônico rio2012@mma.gov.br.
Marcadores:
eventos,
ministério meio ambiente
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
VI Fórum Internacional do Meio Ambiente Brasil-Japão
Marcadores:
eventos
domingo, 4 de setembro de 2011
Por que pagamos para beber água?
Todos nós precisamos de água para viver, independentemente de nossas condições financeiras. Bom, então será que é justo ter que pagar pela água que consumimos?
O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu a discussão sobre a incidência do imposto ICMS no fornecimento de água canalizada. A questão foi trazida ao Plenário por meio de um Recurso Extraordinário, da relatoria do ministro Dias Toffoli,
O Estado do Rio de Janeiro questiona decisão do Tribunal de Justiça fluminense (TJ-RJ) que determinou ser fornecimento de água potável serviço essencial, o que afasta a cobrança de ICMS por parte das empresas concessionárias. O Estado alegou que a água canalizada é um bem dotado de valor econômico, diferente daquele encontrado em seu estado natural, já que sofre tratamento químico necessário para o consumo.
Todavia, esclareceu o ministro, as águas públicas derivadas de rios ou mananciais são qualificadas juridicamente como bem de uso comum do povo, conforme a Constituição Federal. Dessa forma, o relator entende que, assim como as águas públicas não podem ser consideradas uma espécie de mercadoria sobre a qual incidiria o ICMS , assim também não incide o tributo do tratamento químico necessário ao consumo.
Dias Toffoli ressaltou que a água encanada é um serviço essencial cuja prestação é de competência do estado para promover a saúde pública e assegurar o acesso universal da população.
Entretanto, segundo a Agência Nacional de Água (ANA), “em função de condições de escassez em quantidade e ou qualidade, a água deixou de ser um bem livre e passou a ter valor econômico. Esse fato contribuiu com a adoção de novo paradigma de gestão desse recurso ambiental, que compreende a utilização de instrumentos regulatórios e econômicos, como a cobrança pelo uso dos recursos hídricos.” Entende-se que a cobrança da água objetiva controlar seu consumo e evitar o desperdício.
E ai o que você acha? É justo ou não, pagar pelo fornecimento de água?
fonte JusBrasil
mais informação: ANA
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Fotossíntese artificial ?
Adaptado de Ciencia Hoje
texto original: Célio Yano
Que tipo de produção de energia pode ser mais "verde" do que a de uma folha?
Um dispositivo que gera energia a partir de água e luz solar, também conhecido como ‘folha artificial’, foi criado pelo químico estadunidense Daniel Nocera, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês). O motivo da designação é que o dispositivo é capaz de converter luz e água em energia sem gerar poluentes, de forma semelhante ao que ocorre nas plantas no processo de fotossíntese.
Diferentemente das células fotovoltaicas tradicionais, conhecidas como células solares, a folha artificial não gera eletricidade diretamente a partir do sol, explica Nocera. Ela utiliza a luz solar para quebrar moléculas de água (H2O). Os átomos de hidrogênio e oxigênio são então armazenados em uma célula combustível que poderá produzir energia elétrica imediatamente ou ser utilizada mais tarde.
O baixo investimento para a produção do equipamento do químico do MIT é uma das principais características ressaltadas por Nocera. “Nossa folha é totalmente composta por materiais abundantes na Terra e, portanto, comercialmente viável”, disse.
De tamanho aproximado ao de uma carta de baralho, o aparelho utiliza basicamente células solares de silício, circuitos eletrônicos e catalisadores . Os catalisadores são compostos por níquel e cobalto e, estimulados por luz, são capazes de quebrar moléculas de água.
Com aproximadamente quatro litros de água e sob sol, o dispositivo pode produzir energia suficiente para abastecer uma casa por um dia. A expectativa do químico é que seu invento sirva como fonte de energia alternativa principalmente em países em desenvolvimento. “Para as residências, esse tipo de tecnologia dispensará outras formas de geração de energia”, prevê.
O pesquisador do MIT espera que, em apenas três anos, geradores de energia fotossintéticos baseados no princípio da folha artificial já estejam em uso fora dos laboratórios. Uma boa notícia para as folhas que fazem fotossíntese de verdade.
texto original: Célio Yano
Que tipo de produção de energia pode ser mais "verde" do que a de uma folha?
Um dispositivo que gera energia a partir de água e luz solar, também conhecido como ‘folha artificial’, foi criado pelo químico estadunidense Daniel Nocera, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês). O motivo da designação é que o dispositivo é capaz de converter luz e água em energia sem gerar poluentes, de forma semelhante ao que ocorre nas plantas no processo de fotossíntese.
Diferentemente das células fotovoltaicas tradicionais, conhecidas como células solares, a folha artificial não gera eletricidade diretamente a partir do sol, explica Nocera. Ela utiliza a luz solar para quebrar moléculas de água (H2O). Os átomos de hidrogênio e oxigênio são então armazenados em uma célula combustível que poderá produzir energia elétrica imediatamente ou ser utilizada mais tarde.
O baixo investimento para a produção do equipamento do químico do MIT é uma das principais características ressaltadas por Nocera. “Nossa folha é totalmente composta por materiais abundantes na Terra e, portanto, comercialmente viável”, disse.
De tamanho aproximado ao de uma carta de baralho, o aparelho utiliza basicamente células solares de silício, circuitos eletrônicos e catalisadores . Os catalisadores são compostos por níquel e cobalto e, estimulados por luz, são capazes de quebrar moléculas de água.
Com aproximadamente quatro litros de água e sob sol, o dispositivo pode produzir energia suficiente para abastecer uma casa por um dia. A expectativa do químico é que seu invento sirva como fonte de energia alternativa principalmente em países em desenvolvimento. “Para as residências, esse tipo de tecnologia dispensará outras formas de geração de energia”, prevê.
O pesquisador do MIT espera que, em apenas três anos, geradores de energia fotossintéticos baseados no princípio da folha artificial já estejam em uso fora dos laboratórios. Uma boa notícia para as folhas que fazem fotossíntese de verdade.
Marcadores:
energia renovável,
poluição
domingo, 28 de agosto de 2011
Jorge Viana propõe diálogo entre ex-ministros do Meio Ambiente e da Agricultura
Reportagem de Iara Guimarães Altafin / Agência Senado (reduzida)
As posições antagônicas adotadas, de um lado, por ex-ministros do Meio Ambiente e, de outro, pelos ex-ministros da Agricultura levaram o relator do projeto de reforma do Código Florestal na Comissão de Meio Ambiente (CMA), Jorge Viana (PT-AC), a propor um encontro entre os dois grupos. A expectativa do parlamentar é a construção de um entendimento quanto a sugestões de ajustes a serem feitos no projeto, já aprovado na Câmara e em tramitação no Senado.
As posições antagônicas adotadas, de um lado, por ex-ministros do Meio Ambiente e, de outro, pelos ex-ministros da Agricultura levaram o relator do projeto de reforma do Código Florestal na Comissão de Meio Ambiente (CMA), Jorge Viana (PT-AC), a propor um encontro entre os dois grupos. A expectativa do parlamentar é a construção de um entendimento quanto a sugestões de ajustes a serem feitos no projeto, já aprovado na Câmara e em tramitação no Senado.
O senador se manifestou nesta quinta-feira (25), em reunião conjunta das comissões de Meio Ambiente, (CMA), Agricultura (CRA) e Ciência e Tecnologia (CCT), na qual três ex-ministros da Agricultura (Francisco Turra, Allysson Paulinelli e Reinhold Stephanes) defenderam o projeto (PLC 30/2011) enviado pela Câmara e pediram rápida aprovação do texto.
Na quarta-feira (24), quatro ex-ministros do Meio Ambiente (Marina Silva, Sarney Filho, Carlos Minc e José Carlos Carvalho) consideram o texto um retrocesso na legislação ambiental e pediram aos senadores mais tempo para discutir e aperfeiçoar o projeto.
Jorge Viana disse acreditar que uma reunião entre ex-ministros poderia clarear posições e resultar em sugestões relevantes para a aprovação da matéria.
Dos ex-ministros ouvidos nesta quinta-feira, apenas Paulinelli disse aceitar a sugestão de Viana, os outros não se manifestaram, mas todos assinalaram o desconhecimento dos gestores das políticas ambientais sobre a realidade do campo e criticaram a legislação que trata do meio ambiente.
Equilíbrio
Antes da manifestação de Jorge Viana, o senador Luiz Henrique (PMDB-SC), relator do projeto nas comissões de Justiça (CCJ), Agricultura (CRA) e Ciência e Tecnologia (CCT), assinalou que as duas audiências mostram que os ex-ministros "não defendem interesse particularizado de algum setor, mas o interesse maior do desenvolvimento do país".
Os dois relatores concordam que devem buscar o equilíbrio entre a proteção das florestas e dos biomas e a garantia da sustentabilidade da produção agrícola.
- O Brasil precisa tomar uma decisão política sobre uma das mais importantes leis que o país tem. O problema não é entre ambientalistas e ruralistas. O senado terá de arbitrar, mas precisa fazer isso com justeza - disse Jorge Viana.
Já Luiz Henrique disse considerar que os pontos controversos "são menores". O senador pelo PMDB voltou a defender a descentralização das prerrogativas sobre questões ambientais, propondo um "novo pacto federativo". Ele tem argumentado que a lei florestal deve tratar apenas de aspectos gerais, deixando para estados e municípios a regulamentação do uso dos recursos naturais.
- Temos que fazer uma lei que garanta a segurança jurídica, que não seja contestada no Supremo [Tribunal Federal] - reforçou.
Marcadores:
código florestal,
ministério meio ambiente
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
SEMATEC 2011
A SEMATEC & ECC (Semana de Tenologia e Encontro Escola Comunidade) é um evento bastante conhecido que ocorre anualmente no Campus Nilópolis do IFRJ.
Atualmente, a SEMATEC conta com um blog no qual há divulgação da semana acadêmica do campus, além de outras atividades promovidas pela Coordenação de Extensão do IFRJ-Nilópolis.
Ocorrem durante o evento, projetos discentes, cursos, oficinas, debates, mesas redondas e exposições oferecidos por alunos, professores do IFRJ e profissionais convidados.
Participe deste evento e prestigie o nosso amado Instituto Federal do Rio de Janeiro!
Mais informações no blog da SEMATEC.
Assinar:
Postagens (Atom)





